RECONHECER VIOLÊNCIAS, EM SEUS SIMULACROS E NATURALIZAÇÕES, NAS RELAÇÕES DE TRABALHO
Autores
Holmes Antonio Vieira Martins
Coordenador Clínico no Núcleo de Estudos em Medicina Diagnóstica e Pericial, Psiquiatra na Fiosaúde/Fiocruz, Rio de Janeiro
Grasiela Fragoso da Costa
Núcleo de Estudos em Medicina Diagnóstica e Pericial, Psicóloga na Fiosaúde/Fiocruz, Rio de Janeiro
Resumo
O texto destaca a importância de reconhecer, nomear e enfrentar diversas formas de violência estrutural que afetam o ecossistema do trabalhador, atualizando conceitos e definições. Aborda a interação entre relações no ambiente laboral, adoecimento e absenteísmo. Destaca que mudanças sociais e legais recentes no Brasil, o esvaziamento de competências da Justiça do Trabalho, impactaram necessidades básicas do trabalhador. E enfatiza a importância de ouvir os trabalhadores sistematicamente, a fim de desnaturalizar a violência estrutural e promover os princípios éticos da Agenda 2030
Biografia do Autor
Holmes Antonio Vieira Martins, Coordenador Clínico no Núcleo de Estudos em Medicina Diagnóstica e Pericial, Psiquiatra na Fiosaúde/Fiocruz, Rio de Janeiro
Médico pediatra e psiquiatra, mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública - Fundação Oswaldo Cruz. Coordenador Clínico no Núcleo de Estudos em Medicina Diagnóstica e Pericial, Psiquiatra na Fiosaúde/Fiocruz, Rio de Janeiro
Grasiela Fragoso da Costa, Núcleo de Estudos em Medicina Diagnóstica e Pericial, Psicóloga na Fiosaúde/Fiocruz, Rio de Janeiro
Psicóloga e mestre em História pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Gestora acadêmica do Núcleo de Estudos em Medicina Diagnóstica e Pericial, Psicóloga na Fiosaúde/Fiocruz, Rio de Janeiro