PROCESSSO SELETIVO E CONTRATAÇÃODE PCD AUDITIVA NA PERCEPÇÃO DE PROFISSIONAIS DE RECURSOS HUMANOS

Autores

  • Beatriz Carneiro Navarro Oliveira 1Terapeuta Ocupacional formada pela UNESP de Marília, Aprimorada em Saúde Mental pela USP de Ribeirão Preto, Especialista em Saúde Mental na Atenção Psicossocial e Dependência Química pela UNIASSELVI e Mestranda do Programa de Pós Graduação em Educação da UNESP de Marília.
  • Meire Luci Silva 2Professora Assistente Doutora do curso de Terapia Ocupacional do Departamento de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Marilia, SP, Brasil. Tutora do Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde Mental da Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA), Marilia, SP, Brasil. Vice-líder do Grupo de Pesquisa Trabalho, Saúde e Deficiência – CNPq.
  • Nilson Rogério da Silva UNESP - Faculdade de Filosofia e Ciências de Marília http://orcid.org/0000-0002-8866-0964 (não autenticado)

Resumo

Investigar o processo de seleção e contratação de pessoa com deficiência auditiva a partir da percepção de profissionais de Recursos Humanos, bem como as dificuldades encontradas. Amostra composta por profissionais de Recursos Humanos de uma cidade do interior paulista. Utilizou-se como instrumento de pesquisa, um questionário e estatísticas descritivas e Análise Conteúdo para análise dos dados. Resultados: A maioria dos profissionais não teve experiência de selecionar pessoa com deficiência auditiva, não recebeu capacitação, não conheciam recursos para facilitar a comunicação com a PcD. Conclusão: Necessidade de aprimoramento no processo de seleção e contratação de pessoas com deficiência auditiva, tornando adequado e justo.

Biografia do Autor

  • Beatriz Carneiro Navarro Oliveira, 1Terapeuta Ocupacional formada pela UNESP de Marília, Aprimorada em Saúde Mental pela USP de Ribeirão Preto, Especialista em Saúde Mental na Atenção Psicossocial e Dependência Química pela UNIASSELVI e Mestranda do Programa de Pós Graduação em Educação da UNESP de Marília.
    1Terapeuta Ocupacional formada pela UNESP de Marília, Aprimorada em Saúde Mental pela USP de Ribeirão Preto, Especialista em Saúde Mental na Atenção Psicossocial e Dependência Química pela UNIASSELVI e Mestranda do Programa de Pós Graduação em Educação da UNESP de Marília.
  • Meire Luci Silva, 2Professora Assistente Doutora do curso de Terapia Ocupacional do Departamento de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Marilia, SP, Brasil. Tutora do Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde Mental da Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA), Marilia, SP, Brasil. Vice-líder do Grupo de Pesquisa Trabalho, Saúde e Deficiência – CNPq.
    2Professora Assistente Doutora do curso de Terapia Ocupacional do Departamento de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Marilia, SP, Brasil. Tutora do Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde Mental da Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA), Marilia, SP, Brasil. Vice-líder do Grupo de Pesquisa Trabalho, Saúde e Deficiência – CNPq.
  • Nilson Rogério da Silva, UNESP - Faculdade de Filosofia e Ciências de Marília
    Possui graduação em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de São Carlos, mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos, doutorado em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos. Professor Assistente junto ao Curso de Terapia Ocupacional da Universidade Estadual Paulista - Unesp Campus de Marília, atua nas áreas de Saúde do Trabalhador e Reabilitação Profissional nas seguintes temáticas: terapia ocupacional, ergonomia, saúde ocupacional, saúde do trabalhador e prevenção. Participa do Grupo de Estudos e Pesquisas Inclusão Social

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Publicado

2022-04-11

Edição

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Artigos