Avaliação da qualidade de óleos de fritura utilizados em restaurante universitário

Autores

  • Tayane Lise Siqueira Machado Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP
  • Taísa Attuy Prieto Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP
  • Débora Maria Moreno Luzia Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP e Universidade do Estado de Minas Gerais, UEMG
  • Tainara Costa-Singh Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP
  • Neuza Jorge Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2014v10n3p163-172

Palavras-chave:

Processo de fritura. Óleo de soja. Testes rápidos.

Resumo

A fritura é um método muito utilizado como meio de preparação de alimentos, tanto por ser um procedimento muito rápido e prático, quanto por permitir características específicas de cor, sabor, odor e textura e de grande aceitação dos consumidores. Dessa forma, surge o interesse quanto aos efeitos fisiológicos que os óleos aquecidos a altas temperaturas podem causar no organismo humano. O objetivo deste trabalho foi analisar os níveis de alteração dos óleos utilizados na fritura de diversos alimentos servidos pelo Restaurante Universitário localizado no Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE), campus de São José do Rio Preto-SP e assim conscientizar os responsáveis pelo Restaurante quanto às boas práticas de fritura e quanto ao compromisso de oferecer alimentos de boa qualidade aos alunos e profissionais deste Instituto. Com essa finalidade foram realizadas as análises de determinação de compostos polares totais, ácidos dienoicos conjugados, índice de peróxidos e perfil de ácidos graxos. Também foram utilizados dois testes rápidos: Monitor de Gorduras 3M e kit Oil Test. Os resultados encontrados foram comparados com limites recomendados para descarte de óleo e gorduras utilizados em fritura pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA);por outros países e por outras pesquisas. Dessa forma, concluiu-se que o Restaurante Universitário fornece alimentos fritos de boa qualidade aos seus consumidores, uma vez que nenhuma análise apresentou resultado acima dos recomendados e que há a necessidade de uma melhoria no controle de qualidade dos óleos utilizados, de forma a evitar gastos desnecessários ao RU.

Biografia do Autor

  • Tayane Lise Siqueira Machado, Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP
    Graduanda em Engenharia de Alimentos pelo Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP
  • Taísa Attuy Prieto, Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP
    Graduanda em Engenharia de Alimentos pelo Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP
  • Débora Maria Moreno Luzia, Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP e Universidade do Estado de Minas Gerais, UEMG

    Doutora em Engenharia e Ciência de Alimentos pelo Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP e Profa. Dra. Do Departamento de Ciências Exatas e da Terra, Universidade do Estado de Minas Gerais, UEMG

  • Tainara Costa-Singh, Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP

    Doutoranda em Engenharia e Ciência de Alimentos pelo Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP

  • Neuza Jorge, Universidade Estadual Paulista, IBILCE/UNESP
    Departamento de Engenharia e Tecnologia de Alimentos, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas

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Publicado

2014-12-13

Edição

Seção

Artigos