Políticas públicas e vulnerabilidade social: Uma reflexão teórica a partir de experiência de estágio

Autores

  • Cláudia Aparecida Valderramas Gomes Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP/Campus Assis-SP.
  • Bruno Vinícius Borges de Seabra Santos Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP/Campus Assis-SP.
  • Felipe Leonardo dos Santos Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP/Campus Assis-SP.
  • Gabriela Mazolini de Oliveira Santos Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP/Campus Assis-SP.
  • Marina Henriques de Andrade Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP/Campus Assis-SP.
  • Arnon Freires Neves Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP/Campus Assis-SP.
  • Mayara dos Santos Baldin Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP/Campus Assis-SP.
  • Stéfanie de Paula Sales Pinheiro Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP/Campus Assis-SP.
  • Hudson Henrique Ferreira Depicoli Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP/Campus Assis-SP.

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2015v11n1p116-130

Palavras-chave:

Políticas públicas. Direitos humanos. Crianças. Adolescentes. Vulnerabilidade social.

Resumo

O presente artigo propõe uma reflexão teórica acerca das relações entre as políticas públicas e a situação de vulnerabilidade social a que estão submetidas crianças e adolescentes, a partir de uma experiência de estágio supervisionado de alunos do Curso Psicologia da UNESP/ Campus de Assis. Tal experiência suscitou a necessidade de analisar as implicações que os conceitos de vulnerabilidade social e políticas públicas assumem nesse campo de atenção profissional. O estudo indicou a importância de se problematizar a produção da condição de vulnerabilidade social e assinalou também as possíveis contribuições que a Psicologia pode oferecer no campo social, com destaque para a necessidade de o futuro psicólogo se ater e aprofundar tais conceitos como forma de instrumentalizar-se para um exercício profissional crítico, visando a romper com a hegemonia do olhar individualizante que coloca sobre o sujeito e/ou sua família a responsabilidade pelos processos que os mantém em situação de risco.

Biografia do Autor

  • Cláudia Aparecida Valderramas Gomes, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP/Campus Assis-SP.

    Psicóloga, Mestre e Doutora em Educação pela UNESP/Campus de Marília. Professora Assistente Doutora na UNESP/Campus de Assis-SP junto ao Departamento de Psicologia Evolutiva, Social e Escolar com atuação nas seguintes áreas: Psicologia da Educação, Desenvolvimento Humano, Psicologia Histórico-Cultural, Infância. Pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas "Implicações Pedagógicas da Teoria Histórico-Cultural certificado pelo CNPq na UNESP/Marília.

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Publicado

2015-04-29

Edição

Seção

Relatos de experiências extensionistas