Análise de viabilidade econômica de um processo de secagem de madeira para empresas madeireiras do Sudoeste Paulista

Autores

  • Victor Almeida de Araújo Unesp - Campus Experimental de Itapeva
  • Ricardo Anselmo Malinovski Unesp - Campus Experimental de Itapeva
  • Juliano Souza Vasconcelos Unesp - Campus Experimental de Itapeva

DOI:

https://doi.org/10.23901/

Palavras-chave:

Secagem, Madeira, Pinus, Secadora, Análise Econômica

Resumo

Este trabalho analisou a viabilidade econômica de seis processos mecanizados de secagem de madeira de Pinus na cidade de Itapeva, SP. A região concentra um grande potencial florestal. No entanto, as empresas locais carecem de tecnologia industrial avançada por causa da falta de informação dos empresários madeireiros. Este estudo minimizará esta deficiência, fornecendo as informações mais importantes para o processo de secagem em escala industrial. Este instrumento integrou, em termos financeiros, todas as variáveis importantes do processo de secagem, resultando em uma comparação entre as alternativas de investimento para o processo. Realizou-se um levantamento de dados dos processos envolvidos, para uma análise econômica com base em mecanismos de Engenharia Econômica. Utilizaram-se métodos determinísticos, tais como o Valor Líquido Presente (VPL), o Valor Futuro (VF), o Valor Anual Uniforme Equivalente (VAUE), a Taxa Interna de Retorno (TIR), o Ponto de Retorno do Investimento (Payback) e a relação de Benefício-Custo (B/C). A receita bruta anual, a receita líquida anual, os custos de produção e os impostos referentes à atividade foram obtidos com base em valores de mercado atuais. Após as análises econômicas, concluiu-se que as melhores alternativas de investimentos para os empresários madeireiros são os processos baseados em câmaras de secagem de fabricação nacional. Essas alternativas foram alcançadas pela alternativa do processo de secagem convencional de origem nacional, por apresentar um VPL de R$ 2.608.949,06, um VAUE de R$ 519.838,48 e uma TIR de 48,81047%, esta bem acima da TMA de 15% adotada.

Biografia do Autor

  • Victor Almeida de Araújo, Unesp - Campus Experimental de Itapeva
    Discente do curso de Engenharia Industrial Madeireira - UNESP.
  • Ricardo Anselmo Malinovski, Unesp - Campus Experimental de Itapeva
    Engenheiro Florestal - UFPR (1999), Mestre em Economia e Política Florestal - UFPR (2002), Doutor em Agronomia - UNESP (2007), Doutorado sanduíche - Univesidade de Freiburg (Alemanha) (2005-2006).
  • Juliano Souza Vasconcelos, Unesp - Campus Experimental de Itapeva
    Discente do curso de Engenharia Industrial Madeireira - UNESP.

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Publicado

2011-12-19

Edição

Seção

Artigos