O despertar da posse responsável na infância: saúde pública e cidadania

Autores

  • Amanda Freire Souza Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml
  • Anne Izabelle Soares Cruz Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml
  • Alex Souza Rique Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml
  • Anna Julyana Viana Chianca Brilhante Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml
  • Barbara Rachelli Teixeira Farias Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml
  • Jaílson José Gomes Rocha Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml
  • Sildivane Valcácia Silva Centro de Biotecnologia (CBiotec), Universidade Federal da Paraíba

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2016v12n4p29-40

Palavras-chave:

Afetividade, Responsabilidade, Saúde Pública

Resumo

A preocupação com a crescente população de animais de estimação abandonada e a maneira como é tratada no ambiente doméstico estimularam a realização do projeto. Nosso objetivo foi conscientizar crianças para a responsabilidade em possuir um animal de estimação e incentivá-las a cuidar corretamente de seus animais, despertando desde a infância a posse responsável. As visitas foram realizadas em escolas do subúrbio da cidade de João Pessoa, totalizando 440 alunos, com idade entre dois a 13 anos. As apresentações foram desenvolvidas na seguinte sequência: 1) apresentação da equipe; 2) atividades interativas, como a realização de questionário oral para quantificar crianças que possuíam animais, qual espécie, como cuidavam e quem realmente cuidava destes; 3) realização do teatro de fantoches (crianças entre dois a nove anos) e palestra (crianças acima de nove anos); 4) exposição de vídeo educativo; 5) entrega de panfletos sobre a posse responsável aos pais das crianças, aos professores e funcionários da escola. Como esperado, a maioria da população de animais que as crianças possuíam era composta por cães, em seguida por gatos, pássaros, hamsters, peixes e jabutis. Normalmente, a maioria apenas brinca com os animais e os pais ou cuidadores alimentam, dão banho e limpam os dejetos. As crianças desconhecem as doenças que podem acometer os animais e a elas mesmas (zoonoses), assim como os professores que assistiam às palestras. Nota-se que há pouca informação sobre a posse responsável dos animais de estimação, o que demonstra a importância da realização deste trabalho quanto ao seu caráter educativo e formação de jovens conscientes.

Biografia do Autor

  • Amanda Freire Souza, Universidade Federal da Paraíba
    Extensionista bolsista, Graduanda do curso de Bacharelado em Biotecnologia do Centro de Biotecnologia/UFPB
  • Anne Izabelle Soares Cruz, Universidade Federal da Paraíba
    Extensionista bolsista, Graduanda do curso de Bacharelado em Biotecnologia do Centro de Biotecnologia/UFPB
  • Alex Souza Rique, Universidade Federal da Paraíba
    Extensionista voluntário, Graduando do curso de Bacharelado em Biotecnologia do Centro de Biotecnologia/UFPB
  • Anna Julyana Viana Chianca Brilhante, Universidade Federal da Paraíba
    Extensionista voluntária, Graduanda do curso de Bacharelado em Biotecnologia do Centro de Biotecnologia/UFPB
  • Barbara Rachelli Teixeira Farias, Universidade Federal da Paraíba
    Extensionista voluntária, Graduanda do curso de Bacharelado em Biotecnologia do Centro de Biotecnologia/UFPB
  • Jaílson José Gomes Rocha, Universidade Federal da Paraíba
    Colaborador, Professor Assistente do curso de Bacharelado em Biotecnologia do Centro de Biotecnologia/UFPB
  • Sildivane Valcácia Silva, Centro de Biotecnologia (CBiotec), Universidade Federal da Paraíba
    Professora Adjunta I do curso de Bacharelado em Biotecnologia, Departamento de Biotecnologia, Centro de Biotecnologia da Universidade Federal da Paraíba, Campus I.

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Publicado

2016-12-31

Edição

Seção

Artigos