Importância do estágio na formação do cirurgião

Autori

  • João Moreira da Costa Neto UFBA
  • Emanoel Ferreira Martins Filho UFBA
  • Rodrigo Lima Carneiro UFBA
  • Vinicius de Jesus Moraes UFBA
  • Diana Mello Teixeira UFBA

DOI:

https://doi.org/10.23901/

Parole chiave:

Cirurgia. Estágio. Treinamento.

Abstract

Constitui-se o processo de aprendizagem pelo desejo de esclarecer dúvidas para a construção do conhecimento e também pelo envolvimento, participação e interpretação, por parte do estudante, de uma série de situações que se mostram e são vivenciadas. Em razão da limitação curricular de tempo despendido para as aulas práticas, o estudante de medicina veterinária necessita realizar estágios para complementar e aperfeiçoar suas habilidades. O Projeto intitulado “Assistência Médico Veterinária no Setor de Cirurgia do HOSPMEV – UFBA” proporciona ao estudante o desenvolvimento do seu potencial relacionado à clínica e cirurgia de pequenos animais. Este trabalho trata-se de um relato de experiência no referido setor.

Biografie autore

  • João Moreira da Costa Neto, UFBA
    Médico Veterinário formado pela Universidade Federal da Paraíba em 1989. Mestrado em Cirurgia Veterinária pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Campus de Jaboticabal (1997) e Doutorado na área de Cirurgia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Campus de Botucatu (2000). Iniciou a carreira docente em 1989, quando ingressou como Professor Auxiliar no Centro de Ciências Agrárias da Universidade de Marília - UNIMAR. Em 1991, após Concurso Público ingressou como Professor Auxiliar, no Departamento de Medicina Veterinária do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal da Paraíba. Em 2004, após aprovação em Concurso Público, transferiu-se para o Departamento de Patologia e Clínicas da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Federal da Bahia, onde atualmente é Professor Adjunto III, Professor do Programa de Pós-graduação em Ciência Animal nos Trópicos. Diretor do Hospital de Medicna Veterinária da UFBA. Desenvolve projetos de extenção universitária e atividades de pesquisa relacionadas as seguintes linhas de pesquisa: Técnica operatória e metodologia de ensino; Anestesiologia veterinária, cirurgia reparadora; métodos de esterilização cirúrgica e neoplasias em cãe e gatos.
  • Emanoel Ferreira Martins Filho, UFBA
    Possui mestrado em Ciência Animal nos Trópicos pela Universidade Federal da Bahia (2010). Tem experiência na área de Medicina Veterinária, com ênfase em Técnica Operatória e Metodologia do Ensino, atuando principalmente nos seguintes temas: Técnica Operatória, Métodos Alternativos de Ensino e Desenvolvimento de Aplicativos Hipermídia
  • Rodrigo Lima Carneiro, UFBA
    Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal da Bahia (2003). Tem experiência nas áreas de anestesiologia veterinária,endoscopia veterinária e clinica médica de animais de companhia.Atualmente é mestrando na área de anestesiologia no programa de pós graduação em ciência animal nos trópicos e voluntário no serviço de anestesia do setor de clínica cirúrgica no Hospital de Medicina Veterinária Prof. Renato Medeiros Neto (HOSPMEV-UFBA) . Atua como anestesista,endoscopista e clínico geral no Serviço Médico Veterinário (SEMEVE).
  • Vinicius de Jesus Moraes, UFBA
    Graduando em Medicina Veterinária da Universidade Federal da Bahia. Atua como monitor da cadeira de Técnica Cirúrgica. Participante do grupo de pesquisa em Cirurgia Veterinária - Técnica, Clínica e Patologia.
  • Diana Mello Teixeira, UFBA
    Graduanda em medicina veterinária, na Universidade Federal da Bahia desde 2005. Atua como voluntária no Instituto Arca de Noé - Proteção Animal e Preservação do Meio Ambiente. Participa de Comissões de Ética em Uso de Animais como membro de Sociedade Protetora de Animais.

Riferimenti bibliografici

BUYUKMIHCI, N.C. Non-violence in surgical training. Revista de Eletrônica de

Veterinária, v.8, n.12, 2007. Disponível em

http://www.veterinaria.org/revistas/redvet/n121207B/BA005.pdf. Acesso em 17 ago 2010.

INSTITUTO EUVALDO LODI. Disponível em:

<http://mundoiel.iel.org.br/layout/alunos/pq_estagiar.php>. Acesso em: 17 ago. 2010.

JENKINS, S.; GOEL R.; MORRELL D.S. Computer-assisted instruction versus traditional

lecture for medical student teaching of dermatology morphology: A randomized control

trial. Journal of the American Academy of Dermatology, Saint Louis, v.59, n.2,p.255-

Ago 2008.

MALDONADO-ZINIBRÓN, V.E.; et al. . An Interactive Tool for the Human Anatomy

Laboratory. Int. J. Morphol., Temuco, v. 24, n. 3, p 377-382 set. 2006 .

http://www.scielo.cl/pdf/ijmorphol/v24n3/art14.pdf. Acesso em 17 ago 2010

MARQUES, R. G. Técnica Operatória – Conceituação e nomenclatura. In: MARQUES, R.

C. Técnica Operatória e Cirurgia Experimental. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005.

p.19- 26.

PFUETZENREITER, M.R.; ZYLBERSZTAJN, A.; O ensino de saúde e os currículos dos

cursos de medicina veterinária: um estudo de caso. Interface, Botucatu v.8, n.15, p.349-

, mar/ago 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/icse/v8n15/a12v8n15.pdf

Acesso em 17 ago de 2010

TEIXEIRA, E. Primeira metodologia. In:____. As três metodologias – Acadêmica, da

ciência e da pesquisa. Petrópolis, Rio de Janeiro, Vozes, 2005, p. 25.

Pubblicato

2011-12-10

Fascicolo

Sezione

Relatos de experiências extensionistas