Outubro Rosa na extensão universitária: o impacto de um projeto

Autori

  • Melissa Alves Baffi-Bonvino Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas - Ibilce/Unesp Departamento de Letras Modernas
  • Natália Freitas de Andrade Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas - Ibilce/Unesp

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2018v14n1p26-42

Parole chiave:

Câncer de mama. Outubro Rosa. Prevenção. Extensão universitária. Ações de extensão.

Abstract

Este artigo é resultado de um projeto de extensão, intitulado “O Outubro Rosa na UNESP: o IBILCE e a comunidade unidos pela conscientização sobre o câncer de mama”, que tem por foco principal esclarecer e informar sobre as principais questões que envolvem o tema. Baseado no movimento mundial criado nos Estados Unidos em 1997, o projeto tem sido realizado no âmbito da universidade, com o objetivo de chamar a atenção da comunidade interna e externa, destacando a importância da prevenção desse tipo de câncer, mediante atitudes e hábitos voltados à saúde da mulher, com ênfase na questão da importância do diagnóstico precoce. Diversos aspectos que permeiam a saúde e o bem-estar da mulher, a área da oncologia relacionada à prevenção, diagnóstico e tratamento foram abordados por meio de ações diversas que envolveram a orientação e a troca de conhecimentos entre acadêmicos, alunos e servidores de diferentes áreas e departamentos da universidade, objetivando a socialização de saberes a respeito de uma doença que acomete milhares de mulheres todos os anos, em todas as esferas. Desse modo, essas ações foram estendidas à comunidade externa, alcançando familiares e pessoas relacionadas à comunidade interna da universidade em um movimento que aliou a disseminação de informações sobre o tema e ações beneficentes. De natureza qualitativa, por envolver experiências, interações e explicações, realizou-se também uma pesquisa quantitativa a fim de mensurar a eficiência da campanha com relação a seu público alvo. A partir da análise dos resultados, foi possível observar um desconhecimento substancial sobre o tema e reitera-se a importância de ações como as realizadas pelo projeto, para a conscientização da comunidade interna e externa a respeito da importância da prevenção e detecção precoce do câncer de mama. 

Biografie autore

  • Melissa Alves Baffi-Bonvino, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas - Ibilce/Unesp Departamento de Letras Modernas

    1) COMO AUTORA: Doutora em Estudos Linguísticos, Docente no Departamento de Letras Modernas, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, São José do Rio Preto, SP.

    2) COMO PARECERISTA: Possui graduação em Bacharelado em Letras com Habilitação em Tradutor pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1993), mestrado (2007) e doutorado (2010) em Estudos Linguísticos pela mesma instituição. Atualmente é professor assistente-doutor da Universidade Júlio de Mesquita Filho, campus de São José do Rio Preto. Tem experiência na área de Linguística Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: avaliação em língua estrangeira, proficiência oral, vocabulário, ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras, lexicografia e fraseologia.

  • Natália Freitas de Andrade, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas - Ibilce/Unesp

    Aluna do curso Bacharelado em Letras com Habilitação em Tradução, Bolsista PROEX, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, São José do Rio Preto, SP.

Riferimenti bibliografici

BEDIM, J. G. L. Metodologias participativas na extensão universitária: instrumentos de transformação social. Revista Agenda Social. Vol 6, n 1, 2012. Disponível em http://www.revistaagendasocial.com.br/index.php/agendasocial/article/view/13. Acessado em fevereiro de 2017.

BRASIL. Ministério da Saúde, Instituto Nacional de Câncer. Câncer no Brasil Dados dos Registros de Câncer de Base Populacional. 2010. Disponível em: http://www.inca.gov.br/cancernobrasil/2010. Acessado em dezembro de 2014.

BRASIL. Ministério da Saúde. Vigilância das Doenças Crônicas Não Transmissíveis. 2014. Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/671-secretaria-svs/vigilancia-de-a-a-z/doencas-cronicas-nao-transmissiveis/14125-vigilancia-das-doencas-cronicas-nao-transmissiveis. Acessado em janeiro de 2017.

FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRAS (FORPROEX). Política Nacional de Extensão Universitária. Porto Alegre: UFRGS, 2012.

FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS INSITUIÇÕES PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRAS (FORPROEX). Política Nacional de Extensão Universitária. Recife: Editora Universitária UFPE/PE, 2013.

Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa 2016 – Incidência de Câncer no Brasil. Disponível em: http://www.inca.gov.br/estimativa/2016/estimativa-2016-v11.pdf. 2016. Acessado em 2016.

Instituto Nacional do Câncer (INCA). ABC do Câncer – Abordagens Básicas para o Controle do Câncer. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/abc_do_cancer.pdf. Rio de Janeiro. 2011. Acessado em 2016.

PERES, V. C. Mulheres com câncer de mama: aspectos relacionados a recidiva e sobrevida. 2014. 89 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2014.

ROCHA, L. A. C. Projetos Interdisciplinares de Extensão Universitária: ações transformadoras. 2007. 84 f. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Semiótica, Tecnologias de Informação e Educação. Universidade de Braz Cubas, Mogi das Cruzes, 2007.

SCHMIDT, M.I., DUNCAN, B.B., STEVENS, A., et al. Doenças Crônicas não transmissíveis no Brasil: mortalidade, morbidade e fatores de risco. In: Ministério da Saúde Departamento de Análise de Situação de Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde, ed. Saúde Brasil 2009. In: Uma análise da situação de saúde e da Agenda Nacional e Internacional de Prioridades em Saúde. Brasília: 2010.

SCHMIDT, M. I. O enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis: um desafio para a sociedade brasileira. Epidemiol. Serv. Saúde v.20 n.4 Brasília dez. 2011. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5123/S1679-49742011000400001. Acessado em agosto de 2014, 2015 e 2016.

SILVA, E. A. As metodologias qualitativas de investigação nas Ciências Sociais. Revista Angolana de Sociologia, 12. 2013. Disponível em: https://ras.revues.org/740#tocto1n2. Acessado em: fevereiro de 2017. doi: 10.4000/ras.740

SILVA, R. C. Metodologias Participativas para Trabalhos de Promoção de Saúde e Cidadania. São Paulo: Vetor, 2002

WHO. World Health Survey Results 2010. Disponível em http://www.who.int/healthinfo/survey/whsresults/en/index.html. Acessado em dezembro de 2014.

Pubblicato

2018-04-01

Fascicolo

Sezione

Artigos