Oficinas para professores: português como segunda língua para alunos surdos
DOI:
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2016v12n1p129-145Parole chiave:
Oficinas. Professores. Segunda língua. Alunos Surdos.Abstract
O presente relato busca descrever a realização de oficinas para professores de Língua Portuguesa e graduandos em Letras, como também apresentar as principais ações resultantes desse espaço de trocas e transformações. Compreende-se que as oficinas propiciaram a troca de experiências entre professores e graduandos sobre questões ligadas ao ensino de Português como L2 para surdos e o levantamento de possíveis questões que auxiliariam o ensino para essa comunidade.
Riferimenti bibliografici
ALBRES, N. A. Português... eu quero ler e escrever. São Paulo: Instituto Santa Terezinha, 2010.
BRASIL. Lei nº 12.319, de 01 de setembro de 2010. Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 02 set. 2010. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12319.htm>. Acesso em: 16 dez. 2013.
FERNANDES, S. Avaliação em língua portuguesa para alunos surdos: algumas considerações. Curitiba, 2007. Disponível em: <http://www.diadiaeducacao.pr.gov.br/portals/portal/institucional/dee/deesurdez.php>. Acesso em: 16 dez. 2013.
GESSER, A. Libras? Que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
HESSEL, C.; ROSA, F.; KARNOPP, L. B. Cinderela surda. Canoas: ULBRA, 2003.
HOLDEN, S.; ROGERS, M. O ensino da língua inglesa. São Paulo: Special Book Services, 2001.
KARNOPP, L. B. Literatura surda. Educação Temática Digital, Campinas, v. 7, n. 2, p. 98-109, jun. 2006.
KARNOPP, L. B.; ROSA, F. Adão e Eva. Canoas: ULBRA, 2005.
LEITE, J. G.; CARDOSO, C. J. Inclusão escolar de surdos: uma análise de livros de alfabetização. In: CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – EDUCERE, 9., 2009, Curitiba. Anais... Curitiba: Champagnat, 2009. p. 1-13. Disponível em: <http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2009/anais/pdf/3250_1545.pdf>. Acesso em: 16 dez. 2013.
MOITA, F. M. G. S. C.; ANDRADE, F. C. B. O saber de mão em mão: a oficina pedagógica como dispositivo para a formação docente e a construção do conhecimento na escola pública. In: REUNIÃO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM EDUCAÇÃO, 29., 2006, Caxambu. Anais educação, cultura e conhecimento na contemporaneidade: desafios e compromissos. Caxambu: ANPEd, 2006. Disponível em: . Acesso em: 16 dez. 2013.
MOKVA, A. M. D. Z.; MENDES, V. I. Interferência de Libras na produção textual do aluno surdo: uma análise, uma proposta pedagógica. Vivências, Erechim, v. 6, n. 10, p. 414-420, maio 2010. Disponível em: <http://www.reitoria.uri.br/~vivencias/Numero_010/rev_vivencias_n10.html>. Acesso em: 16 dez. 2013.
PIRES, L. C.. O uso de gêneros textuais no desenvolvimento didático de ensino-aprendizagem do português escrito para alunos surdos. In: Almanaque CIFEFIL. Rio de Janeiro: CIFEFIL, 2012. v. XVI. p. 2499-2506.
QUADROS, R. M.; PERLIN, G. (Org.). Estudos surdos II. Petrópolis: Arara Azul, 2007.
SALAS, M. R. English teachers as materials developers. Actualidades Investigativas en Educación, v. 4, n. 2, 2004.
SILVEIRA, C. H.; ROSA, F.; KARNOPP, L. B. Rapunzel surda. Canoas: ULBRA, 2003.
SOUZA, R. M.; FREIRE, A.; FAVORITO, W. O ensino de português para surdos: o texto didático e as recomendações dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). ETD Educação Temática Digital, Campinas, v. 2, n. 3, p. 19-26, jun. 2001. Disponível em: <http://www.fe.unicamp.br/revista/index.php/etd/article/viewArticle/1887>. Acesso em: 16 dez. 2013.
TOMLINSON, B. (Ed.). Materials development in language teaching. Cambridge: CUP, 2004.
Dowloads
Pubblicato
Fascicolo
Sezione
Licenza
Copyright (c) 2021 Revista Ciência em Extensão

Questo volume è pubblicato con la licenza Creative Commons Attribuzione 4.0 Internazionale.
O/a(s) autor/a(es/s) que publicar(em) nesta revista concorda(m) com as seguintes condições:
- Os direitos morais de autoria e de integridade da obra são do/a(s) autor/a(es/s).
- Os autores concedem à RCE o direito de primeira publicação.
- Seguindo a recomendação da Unesco, os textos são publicados sob a licença Creative Commons CC BY 4.0, que “permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original”.
- Os autores podem disponibilizar a versão publicada em repositórios institucionais, páginas pessoais, redes acadêmicas e outros meios de divulgação, desde que seja indicada a publicação original na revista.
- A revista incentiva a ampla disseminação da versão publicada após a conclusão do processo editorial.
- Os termos de cessão de uso de imagem são de responsabilidade dos autores.