Diagnósticos de enfermagem conforme a teoria do autocuidado de orem para pacientes em tratamento hemodialítico

Auteurs-es

  • Maria Luiza Rêgo Bezerra UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA.
  • Paulo Roberto da Silva Ribeiro UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA.
  • Adriana Alves de Sousa UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA.
  • Aline Isabela Saraiva Costa UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA.
  • Talita de Sousa Batista UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA.

DOI :

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2012v8n1p60-81

Mots-clés :

Diagnóstico de enfermagem. Diálise renal. Autocuidado.

Résumé

Este estudo de caráter transversal, quantitativo, qualitativo, descritivo, exploratório e bibliográfico, resulta da realização do Projeto Terapia anti-hipertensiva em pacientes com doença renal crônica (DRC) em diálise na Clínica de Doenças Renais (CDR) no Município de Imperatriz – MA e teve por objetivo analisar diagnósticos de enfermagem, identificados à luz da Teoria do Autocuidado e baseados na taxonomia II da NANDA-I, bem como identificar o perfil socioeconômico de pacientes portadores de DRC em hemodiálise. Para tanto, entrevistaram-se 40 pacientes no período de abril a setembro de 2010, cujos dados apontam que 75% deles são homens, 70% católicos, 65% casados, 30% da faixa etária de 51 a 65 anos e que 35% possuem renda mensal de 1 a 2 salários mínimos. Os diagnósticos de enfermagem identificados foram: controle eficaz do regime terapêutico, nutrição desequilibrada, menos que as necessidades corporais, risco de desequilíbrio do volume de líquidos, fadiga, estilo de vida sedentário, conhecimento deficiente, risco de sentimento de impotência, risco para baixa autoestima situacional, desesperança, disposição para o bem estar espiritual aumentado, risco de infecção e proteção ineficaz. Além disso, relacionaram-se e discutiram-se os fatores que influenciaram na demanda terapêutica de autocuidado a partir dos diagnósticos identificados. Dessa forma, a DRC associada à hemodiálise tem desenvolvido no paciente uma maior necessidade de atenção e apoio para que este não fraqueje diante desta patologia e do processo terapêutico. Para tanto, o processo de enfermagem destaca-se como instrumento do cuidado humanizado que permite ao enfermeiro mimetizar estas necessidades

Biographies de l'auteur-e

  • Maria Luiza Rêgo Bezerra, UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA.
    Bacharel em enfermagem pela Universidade Federal do Maranhão - Centro de Ciências Sociais, Saúde e Tecnologia, campus de Imperatriz-MA. Especialista em Gestão em Saúde Pública com ênfase em Saúde Coletiva e da Família (INESPO). Colaboradora efetiva da Liga de Fisiopatologia Aplicada à Enfermagem da UFMA-CCSST.Atualmente é enfermeira do Centro de Referência em Hanseníase do município de Imperatriz - MA.Voluntária do Projeto de Extensão Humanização da Assistência aos Pacientes com Insuficiência Renal Crônica em Tratamento Hemodialítico - PROEXT-MEC/2009.
  • Paulo Roberto da Silva Ribeiro, UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA.
    Possui Graduação em Farmácia com Habilitação em Análises Clínicas (Bioquímica) e Farmácia Industrial pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2000), Mestrado em Agroquímica (Química Analítica Ambiental) pelo Departamento de Química da Universidade Federal de Viçosa, Viçosa em 2002, sob a orientação do Prof. Dr. Cláudio Pereira Jordão e Doutorado em Química (Química Analítica) pelo Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Araraquara em 2006, sob a orientação da Profa Dra. Helena Redigolo Pezza. Atualmente, atua como Professor Adjunto Níve II e Pesquisador do Centro de Ciências Sociais, Saúde e Tecnologia da Universidade Federal do Maranhão, Imperatriz MA. Tem experiência na área de Química Analítica e Química Ambiental com ênfase em Métodos Óticos de Análise (Espectrometria de Absorção e Emissão Atômicas, Espectrofotometria de Absorção Molecular com Reflectância Difusa), Métodos Eletroanalíticos (Voltametria) e Análise em Fluxo. Este pesquisador atua principalmente no desenvolvimento e validação de métodos analíticos para a determinação de espécies químicas de interesse farmacêutico, agroindustrial, ambiental, tecnológico e alimentício, bem como em estudos envolvendo poluição ambiental. Além disso, também possui experiência nas áreas de Análise Multivariada de Dados (Quimiometria) e Análise Farmacêutica, com ênfase em Controle de Qualidade Físico-químico de Medicamentos.
  • Adriana Alves de Sousa, UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA.
    Bacharel em Enfermagem da Universidade Federal do Maranhão-UFMA, Centro de Ciencias Sociais, Saúde e Tecnologia-CCSST (2006-2011).Bolsista do Projeto de Extensão Humanização da Assistência aos Pacientes com Insuficiência Renal Crônica em Tratamento Hemodialítico - PROEXT-MEC/2009.
  • Aline Isabela Saraiva Costa, UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA.
    Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal do Maranhão e pós-graduada em Oncologia pelo IBPEX. É colaboradora externa da Liga de Fisiopatologia Aplicada à Enfermagem da Universidade Federal do Maranhão e Aluna Especial de Mestrado em Enfermagem. Bolsista pela Universidade Federal de São Carlos - SP. Bolsista do Projeto de Extensão Humanização da Assistência aos Pacientes com Insuficiência Renal Crônica em Tratamento Hemodialítico - PROEXT-MEC/2009.
  • Talita de Sousa Batista, UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA.
    Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal do Maranhão. É colaboradora externa da Liga de Fisiopatologia Aplicada à Enfermagem da Universidade Federal do Maranhão. Bolsista do Projeto de Extensão Humanização da Assistência aos Pacientes com Insuficiência Renal Crônica em Tratamento Hemodialítico - PROEXT-MEC/2009.

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Publié

2012-04-30

Numéro

Rubrique

Artigos