Aplicação de uma trilha interpretativa como ferramenta de educação ambiental
DOI :
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2021v17p415-421Mots-clés :
Educação ambiental. Trilha interpretativa. Etnobotânica.Résumé
Nosso objetivo foi analisar o papel de uma trilha interpretativa como forma de passar conceitos de Educação Ambiental. Estruturada no entorno do Instituto de Física da Universidade Federal Fluminense, em Niterói, e contendo onze pontos interpretativos, a trilha foi aplicada em visitantes da Casa da Descoberta, o Museu de Ciências da UFF. Através da aplicação de questionários pré e pós-trilha, observou-se lacunas na formação dos visitantes de diferentes segmentos em relação à educação ambiental, um quadro que foi parcialmente revertido com a aplicação deste trabalho. Conclui-se que a trilha interpretativa é um dispositivo adequado para programas de Educação Ambiental no próprio espaço da universidade ressignificando os seus jardins para além dos fins estéticos, mas em espaços educativos.
Références
CAMPOS, R. F.; FILLETO, F. Análise do perfil, da percepção ambiental e da qualidade da experiência dos visitantes da Serra do Cipó (MG). Revista Brasileira de Ecoturismo, Rio de Janeiro, v. 4, p. 69-94, 2011.
CARVALHO, J.; BOÇÓN, R. Planejamento do traçado de uma trilha interpretativa através da caracterização florística. Revista Floresta, Curitiba, v. 34, p. 23-32, 2004.
CARVALHO, I. C. de M. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2014.
COSTA, V. C. Proposta de manejo e planejamento ambiental de trilhas ecoturísticas: um estudo no Maciço da Pedra Branca - município do Rio de Janeiro (RJ). 2006. 325 f. Tese (Doutorado em Ciências) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2006. Disponível em: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/http://objdig.ufrj.br/16/teses/676098.pdf. Acesso em: 26 abr. 2022.
COSTA, V. C.; TRIANE, B. P.; COSTA, N. M. C. Impactos ambientais em trilhas: agricultura × Ecoturismo - um estudo de caso na Trilha do Quilombo (PEPB - RJ). Revista Brasileira de Ecoturismo, São Paulo, v. 1, p. 84-113, 2008.
GUALTIERI-PINTO, L. et al. Atividade Erosiva em Trilhas de Unidades de Conservação: Estudo de Caso no Parque Nacional da Serra do Cipó, Minas Gerais, Brasil. Revista E-scientia, Belo Horizonte, v. 1, n. 1, 2008. Disponível em: http://revistas.unibh.br/index.php/dcbas/ article/view/119. Acesso em: 07 abr. 2018.
MACIEL, L. A.; SILES, M. F. R.; BITENCOURT, M. D. Alterações na vegetação herbácea de floresta ombrófila densa decorrentes do uso em uma trilha turística na Serra do Mar em São Paulo, Brasil. Acta Botanica Brasilica, Brasília, DF, v. 25, p. 628-632, 2011.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Tradução de Catarina Eleonora F. da Silva e Jeanne Sawaya. 2. ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2000.
PELLIZOLI, M. Homo ecologicus: ética, educação ambiental e práticas vitais. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2011.
SILVA, L. O.; FIGUEIREDO, L. A. V. Racionalidades e sensibilidades em trilhas interpretativo-perceptivas: promovendo ações formativas de Educação Ambiental na Vila de Paranapiacaba-Santo André (SP). Revista Brasileira de Ecoturismo, São Paulo, v. 4. p. 25-58, 2011.
TILDEN, F. Interpreting our heritage. North Carolina: The University of North Carolina Press, 1977.
Téléchargements
Publié
Numéro
Rubrique
Licence
© Revista Ciência em Extensão 2022

Cette œuvre est sous licence Creative Commons Attribution 4.0 International.
O/a(s) autor/a(es/s) que publicar(em) nesta revista concorda(m) com as seguintes condições:
- Os direitos morais de autoria e de integridade da obra são do/a(s) autor/a(es/s).
- Os autores concedem à RCE o direito de primeira publicação.
- Seguindo a recomendação da Unesco, os textos são publicados sob a licença Creative Commons CC BY 4.0, que “permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original”.
- Os autores podem disponibilizar a versão publicada em repositórios institucionais, páginas pessoais, redes acadêmicas e outros meios de divulgação, desde que seja indicada a publicação original na revista.
- A revista incentiva a ampla disseminação da versão publicada após a conclusão do processo editorial.
- Os termos de cessão de uso de imagem são de responsabilidade dos autores.