SALUD ESCOLAR: EL CUIDADO CON MAESTROS

Autores/as

  • Ariane Nepomuceno Andrade Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB
  • Jefferson Paixão Cardoso Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB
  • Alba Benemérita Alves Vilela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB
  • Daíla dos Santos Freire Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB
  • Thiago Raphael Martins Meira Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB
  • Hellaná Braga Martins Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB
  • Ana Carolina França dos Anjos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB
  • Joseanne Barbosa Costa Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2014v10n1p98-107

Palabras clave:

Salud laboral. Enfermedades musculoesqueléticas. Calidad de vida. Relaciones comunidad-institución.

Resumen

Los efectos de las condiciones de trabajo pueden contribuir para la aparición de enfermedades relacionadas con el trabajo, lo que afecta tanto la salud física como la mental del profesional, ya que de los trabajadores se exige demasiado frente a la situación precaria para llevar a cabo su ejercicio profesional. En muchos lugares de trabajo, se observan deficiencias de naturaleza ergonómica y organizacional, además de factores psicosociales. Ese contexto se extiende al sector de la educación, destacándose el trabajo de los maestros del Estado, que también enfrentan una elevada sobrecarga de trabajo, necesitan trabajar en más de una escuela, tiene su tiempo y espacio extra-escolar invadidos por el trabajo, tienen las actividades intensificadas a finales del semestre y tienen un número excesivo de alumnos en cada turno. Así, se hace necesario desarrollar acciones dirigidas hacia la salud de los docentes, con el fin de reducir y eliminar los factores producidos por las actividades de enseñanza que pueden traer consecuencias negativas para su salud, en especial el desarrollo y/o mantenimiento de las Enfermedades Musculoesqueléticas y, consiguientemente, su calidad de vida. Este informe tiene como objetivo describir el proceso de integración, investigación y extensión que se realiza con los maestros en las escuelas públicas en el municipio de Jequié, Bahía.

Biografía del autor/a

  • Ariane Nepomuceno Andrade, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB
    Discente de Fisioterapia, Integrante do Núcleo de Estudos em Saúde da População-NESP.
  • Jefferson Paixão Cardoso, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB
    Professor Assistente do Departamento de Saúde, Integrante do Núcleo de Estudos em Saúde da População-NESP.
  • Alba Benemérita Alves Vilela, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB
    Professor assistente do Departamento de Saúde, Pesquisador do Núcleo de Estudos em Saúde da População-NESP.
  • Daíla dos Santos Freire, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB
    Discente de Fisioterapia, Integrante do Núcleo de Estudos em Saúde da População-NESP.
  • Thiago Raphael Martins Meira, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB
    Discente de Fisioterapia, Integrante do Núcleo de Estudos em Saúde da População-NESP.
  • Hellaná Braga Martins, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB
    Discente de Fisioterapia, Integrante do Núcleo de Estudos em Saúde da População-NESP.
  • Ana Carolina França dos Anjos, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB
    Discente de Fisioterapia, Integrante do Núcleo de Estudos em Saúde da População-NESP.
  • Joseanne Barbosa Costa, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB
    Discente de Enfermagem, Integrante do Núcleo de Estudos em Saúde da População-NESP.

Referencias

ACHOUR JUNIOR, A. Alongamento e flexibilidade: definições e contraposições. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, Londrina, v.12, n.1, p. 54-58, jan./a br. 2007.

ARAÚJO, T. M. et al. Mal-estar docente: avaliação de condições de trabalho e saúde em uma instituição de ensino superior. Revista Baiana de Saúde Pública, Salvador, v.29, n.1, p. 6-21, jan./jun. 2005.

CARDOSO, J. P. et al. Prevalência de dor musculoesquelética em professores. Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v.12, n.4, p.604-614, dez. 2009.

CARDOSO J. P. et al. Aspectos psicossociais do trabalho e dor musculoesquelética em professores. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.2, n.8, p.1498-1506, ago. 2011.

CARVALHO, A. J. F. P.; ALEXANDRE, N. M. C. Sintomas osteomusculares em professores do Ensino Fundamental. Revista Brasileira de Fisioterapia, São Carlos, v. 10, n.1, p. 35-41, 2006.

DELCOR, N. S. et al. Condições de trabalho e saúde dos professores de rede particular de ensino de Vitória da Conquista, Bahia, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 1, p.187-196, jan-fev. 2004.

DI ALENCAR, T. A. M.; MATIAS, K. F. S. Princípios fisiológicos do aquecimento e alongamento muscular na atividade esportiva. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, São Paulo, v. 16, n. 3, p. 230-234, maio/jun. 2010.

GASPARINI, S. M.; BARRETO, S. M.; ASSUNÇÃO, A. A. O professor, as condições de trabalho e os efeitos sobre sua saúde. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 2, p.189-199, maio/ago. 2005.

GASPARINI, S. M.; BARRETO, S. M.; ASSUNÇÃO, A. A. Prevalência de transtornos mentais comuns em professores da rede municipal de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 22, n.12, p. 2679-91, 2006.

GOMES, L.; BRITO, J. C. Trabalho multifacetado de professores/as: a saúde entre limites. 2002. 118f. Dissertação (Mestrado em Ciências na área de Saúde Pública) – Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Osvaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2002.

GURGUEIRA, G. P.; ALEXANDRE, N. M. C.; CORRÊA FILHO, H. R. Prevalência de sintomas musculoesqueléticos em trabalhadores de enfermagem. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 11, n. 5, p. 608-13, 2003.

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA (INEP). EDUDATABRASIL: Sistema de Estatísticas Educacionais. Disponível em: <http://www.edudatabrasil.inep.gov.br/>. Acesso em: 20 abr. 2010.

LOPES, R. S. D. et al. A influência do alongamento muscular e da mobilização neural sobre a força do músculo quadríceps. ConScientiae Saúde, São Paulo, v. 9, n. 4, p. 603-609, 2010.

MOREIRA, A. M. R.; MENDES, R. Fatores de risco dos distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho de enfermagem. Revista Enfermagem UERJ, Rio de Janeiro, v. 13, p. 19-26, 2005.

PARADA, E. O.; ALEXANDRE, N. M. C.; BENATTI, M. C. C. Lesões ocupacionais afetando a coluna vertebral em trabalhadores de enfermagem. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 10, n. 1, p. 64-9, 2002.

PORTO, L. A. et al. Doenças ocupacionais em professores atendidos pelo Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador (CESAT). Revista Baiana de Saúde Pública, Salvador, v. 28, n. 1, p. 33-49, jan./jun. 2004.

REIS, E. J. F. B. et al. Trabalho e distúrbios psíquicos em professores da rede municipal de Vitória da Conquista, Bahia, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 21, n. 5, p.1480-1490, set./out. 2005.

RIO, R. P. LER: ciência e lei: novos horizontes da saúde e do trabalho. Belo Horizonte : Health, 1998.

SIQUEIRA, M. J. T.; FERREIRA, E. S. Saúde das professoras das séries iniciais; o que o gênero tem a ver com isso? Psicologia : Ciência e Profissão, Brasília, v. 23, n. 3, p. 76-83, 2003.

SOUZA, C. L. et al. Fatores associados a patologias de pregas vocais em professores. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 45, n. 5, p. 914-921, out. 2011.

SOARES, C. F. O uso dos recursos tecnológicos no processo de ensino aprendizagem: o caso da escola municipal Professora Maria Mazarello de Belo Horizonte. 150f. 2000. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2000.

VIEIRA, S. Como elaborar questionários. São Paulo: Atlas, 2009.

Publicado

2014-03-19

Número

Sección

Relatos de experiências extensionistas