SALUD ESCOLAR: EL CUIDADO CON MAESTROS
DOI:
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2014v10n1p98-107Palabras clave:
Salud laboral. Enfermedades musculoesqueléticas. Calidad de vida. Relaciones comunidad-institución.Resumen
Los efectos de las condiciones de trabajo pueden contribuir para la aparición de enfermedades relacionadas con el trabajo, lo que afecta tanto la salud física como la mental del profesional, ya que de los trabajadores se exige demasiado frente a la situación precaria para llevar a cabo su ejercicio profesional. En muchos lugares de trabajo, se observan deficiencias de naturaleza ergonómica y organizacional, además de factores psicosociales. Ese contexto se extiende al sector de la educación, destacándose el trabajo de los maestros del Estado, que también enfrentan una elevada sobrecarga de trabajo, necesitan trabajar en más de una escuela, tiene su tiempo y espacio extra-escolar invadidos por el trabajo, tienen las actividades intensificadas a finales del semestre y tienen un número excesivo de alumnos en cada turno. Así, se hace necesario desarrollar acciones dirigidas hacia la salud de los docentes, con el fin de reducir y eliminar los factores producidos por las actividades de enseñanza que pueden traer consecuencias negativas para su salud, en especial el desarrollo y/o mantenimiento de las Enfermedades Musculoesqueléticas y, consiguientemente, su calidad de vida. Este informe tiene como objetivo describir el proceso de integración, investigación y extensión que se realiza con los maestros en las escuelas públicas en el municipio de Jequié, Bahía.Referencias
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