DIVULGACIÓN DEL ACERVO ARQUEOLÓGICO MINERÍA EN EL PERÍODO COLONIAL EN OURO PRETO Y MARIANA
DOI:
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2014v10n1p17-36Palabras clave:
Minería Siglo XVIII. Acervo Arqueológico. Ouro Preto. Mariana.Resumen
Las ciudades de Ouro Preto y Mariana fueron escenario de intensas actividades de minería de oro en el período colonial (siglo XVIII), que dejaron restos y vestigios hasta los días actuales. El fin de las actividades mineras y, consecuentemente de las ciudades, hizo que este acervo fuese preservado hasta la década de 1970, cuando se inició el proceso de ocupación urbana de estas áreas, muchas veces con la degradación del patrimonio, por la depredación de los remanentes de la antigua minería, casi siempre por el desconocimiento de la importancia de esos lugares. En la década de 1990 se iniciaron estudios en dichas áreas con el abordaje de la preservación patrimonial, el registro y mapeo de ruinas, estructuras de minería y galerías subterráneas, logrando que hoy se tenga un buen conocimiento del acervo existente. En este contexto, hay una gran demanda por la divulgación de la existencia e importancia de este acervo y de los estudios que se realizaron hasta el momento sobre el tema junto con las comunidades que habitan estas áreas. Así, el proyecto de extensión aquí relatado fue desarrollado para intentar llenar esta laguna y fomentar una mayor participación de la población en la preservación de este patrimonio arqueológico, buscando crear una relación entre el conocimiento académico hoy existente y las comunidades que residen en los lugares donde hubo extracción de oro en el siglo XVIII. El proyecto se concentró en cinco comunidades; sin embargo en dos de las mismas, factores externos impidieron la continuidad de los trabajos. Las principales actividades desarrolladas fueron el inventario y la recolección de datos e informaciones acerca de los lugares, realización de reuniones y charlas con las comunidades abordando el patrimonio y la historia de la minería de oro en el siglo XVIII, caminatas por los sitios arqueológicos y debates sobre el tema. También formó parte del proyecto el mapeo y la evaluación de la estabilidad de algunas minas subterráneas que están siendo actualmente explotadas turísticamente por moradores de una de las comunidades objeto de las actividades del proyecto.Referencias
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