VALOR NUTRICIONAL DE ALMUERZO OFRECIDO EN LA RED MUNICIPAL DE EDUCACIÓN

Autores/as

  • Luiza Cristina Domingues Dias Departamento de Educação e Centro de Estudos e Práticas em Nutrição do Institudo de Biociências - Unesp Botucatu
  • Renata Maria Galvão de Campos Cintra UNESP - Instituto de Biociências de Botucatu
  • Juli T. Souza UNESP - Instituto de Biociências de Botucatu
  • Carolina Godoi Silva Aranha UNESP - Instituto de Biociências de Botucatu

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2012v8n2p134-143

Palabras clave:

Programa Nacional de Alimentación Escolar (PNAE). Los almuerzos escolares.

Resumen

El objetivo de este estudio es evaluar el valor nutricional de los almuerzos escolares, ofrecidos a los niños matriculados en las escuelas municipales de Botucatu-SP. Se evaluaron los macronutrientes (proteínas, lípidos), energía, vitaminas A y C, calcio, zinc, hierro, magnesio y sodio, además de fibra dietética, a través del software de evaluación de la dieta. Los datos observados se compararon con las normas establecidas por el PNAE (Programa Nacional de Alimentación Escolar). Las cantidades de vitamina A (162,1 mg) y de los minerales magnesio (35,7 mg), zinc (1,6 mg) y hierro (10,5 mg) se encontraban dentro de las recomendaciones. Sin embargo, los valores bajos se observaron para la vitamina C (4,19mg), calcio (29,8mg), fibra dietética (3,66g) y altas concentraciones de sodio (622,8mg). Los resultados destacan la necesidad de ajustar el contenido nutricional de los preparativos de las comidas ofrecidas a los estudiantes, ya que representan una importante incorporación a la dieta diaria de la población afectada.

Biografía del autor/a

  • Renata Maria Galvão de Campos Cintra, UNESP - Instituto de Biociências de Botucatu
    Possui graduação em Nutrição pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1982), mestrado em Ciências dos Alimentos pela Universidade de São Paulo (1990) e doutorado em Ciências dos Alimentos pela Universidade de São Paulo (1998). Atualmente é professor assistente doutor da Universidade Estadual Paulista. Tem experiência na área de Ciência de Alimentos, com ênfase em NUTRIÇÃO EXPERIMENTAL, atuando em temas como: composição de alimentos e dietas, biodisponibilidade de minerais e avaliação nutricional.
  • Juli T. Souza, UNESP - Instituto de Biociências de Botucatu
    Nutricionista, graduada pelo Instituto de Biociências da Unesp Botucatu. Especialização em nível de Aprimoramento na Faculdade de Medicina de Botucatu - Unesp
  • Carolina Godoi Silva Aranha, UNESP - Instituto de Biociências de Botucatu
    Nutricionista graduada pelo Instituto de Biociências da Unesp Botucatu. Nutricionista da REDE SANS-Rede de Defesa e Promoção da Alimentação Saudável, Adequada e Solidária - Projeto Unesp - FINEP- Ministério da Ciência e Tecnologia

Referencias

ALBANO, R. D.; SOUZA, S. B. Ingestão de energia e nutrientes por adolescentes de uma

escola pública. Jornal de Pediatria, Porto Alegre, v. 77, n. 6, p. 512-516, 2001.

Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/%0D/jped/v77n6/v77n6a15.pdf> Acesso em: 20

set. 2010.

BASILE, L. G.; BORGES,T. B. Insuficiência de cálcio e ferro na merenda escolar em

unidades municipais de ensino fundamental. Nutrire: Revista da Sociedade Brasileira de

Alimentação e Nutrição, São Paulo, v. 31, n. 2, p. 25-37, 2006. Disponível em:

<http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/>. Acesso em: 20 set. 2010.

BATISTA FILHO, M. O controle das anemias no Brasil. Revista Brasileira Saúde

Maternal Infantil, Recife, v. 4, n. 2, p. 121-123, 2006. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/rbsmi/v4n2/20997.pdf> Acesso em: 20 set. 2010.

BRASIL. Ministério da Educação. Programa Nacional da Merenda Escolar. Fundo

Nacional de Desenvolvimento da Educação. Controle de qualidade e planejamento de

cardápios. Brasília, DF, 2001a.

BRASIL. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. É

hora da merenda. Brasília, DF, 2001b. 52 p.

BRASIL. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

Alimentação escolar. Brasília, DF, 2009a. Disponível em:

<http://www.fnde.gov.br/index.php/ae-dados-estatisticos>. Acesso em: 24 nov. 2010.

BRASIL. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

Resolução 038, 16/07/2009. Alimentação escolar. Brasília, DF, 2009b. Disponível

em:<http://www.fnde.gov.br/index.php/ae-legislacao> Acesso em: 13 nov. 2010.

DIAS, L. C. D.; CINTRA, R. M. G. de C.; SOUZA. J. T.; ARANHA, C. G. S. Valor nutricional da alimentação

escolar oferecida em uma rede municipal de ensino. Rev. Ciênc. Ext. v.8, n.2, p.134-143, 2012.

COSTA, F. P; MACHADO, S. H. O consumo de sal e alimentos ricos em sódio pode

influenciar na pressão arterial das crianças. Ciências e Saúde Coletiva, Rio de Janeiro,

v. 15,supl.1, p.1383-1389, 2010. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script

=sci_arttext&pid=S1413-81232010000700048> Acesso em: 17 nov. 2010.

CRUZ, G. F. Avaliação dietética em creches municipais de Teresina, Piauí, Brasil.

Revista de Nutrição, Campinas, v. 14, n. 1, p. 21-32, 2001. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-52732001000100004>

Acesso em: 20 set. 2010.

DIETARY REFERENCE INTAKES for Energy, Carbohydrate. Fiber, Fat, Fatty Acids,

Cholesterol, Protein, and Amino Acids (macronutrients). Food and Nutrition Board Institute

of Medicine, 2002. Disponível em: <http://www.nap.edu/>. Acesso em: 20 set. 2010.

FLÁVIO, E. F.; BARCELOS, M. F. P.; LIMA, A. L. Avaliação química e aceitação da

merenda escolar de uma escola estadual de Lavras - MG. Ciências Agrotécnicas,

Lavras, v. 28, n. 4, p. 840-847, jul./ago. 2004. Disponível em:

<http://www.editora.ufla.br/revista/28_4/art16.PDF> Acesso em: 20 set. 2010.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). POF 2008-2009:

antropometria e estado nutricional de crianças, adolescentes e adultos no Brasil.

Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?

id_noticia=1699&id_pagina=1>. Acesso em: 17 nov. 2010.

MAHAN, L. K.; ESCOTT-STUMP, S. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. São

Paulo: Roca, 2000.

OLBRICH NETO, J. et al. Avaliação nutricional em crianças de uma instituição de ensino.

A escola que alimenta? Revista Ciência em Extensão, São Paulo, v. 6, n. 1, p. 1, 2010.

Disponível em: <http://ojs.unesp.br/index.php/revista_proex/article/view/85/335>. Acesso

em: 20 set. 2010.

PIPITONE, M. A. P. et al. Atuação dos conselhos municipais de alimentação escolar na

gestão do programa nacional de alimentação escolar. Revista de Nutrição, Campinas,

v.16, n. 2, p. 143-154, 2003. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S141552732003000200001&script=sci_arttext&tlng=

es> Acesso em 20 set. 2010.

SILVA, M. V. Alimentação na escola como forma de atender às recomendações

nutricionais de alunos dos Centros Integrados de Educação Pública (CIEPS). Cadernos

de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 14, n.1, p. 171-180, 2005. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102311X1998000100025&script=sciarttext&tlng=e

s> Acesso em: 20 set. 2010.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO. Nutwin ®. Programa de Apoio à Nutrição.

Atualizado em 8 jun. 2005.

Publicado

2012-08-23

Número

Sección

Artigos