EXPERIENCE DE EL GINÁSTICA LABORAL DE LA / UNESP-RÍO CLARO

Autores/as

  • Priscila Missaki Nakamura UNESP
  • Camila Bosquiero Papini UNESP
  • Silvia Deutsch UNESP
  • Eduardo Kokubun UNESP

DOI:

https://doi.org/10.23901/

Palabras clave:

Ginástica Laboral. Evaluación. UNESP.

Resumen

El departamento de Educación Física de la Universidad Estadual Paulista (UNESP) - Campus Río Claro desarrolla desde 1999 el Programa de Gimnasia Laboral (GL). El programa tiene como objetivos prevenir los Disturbios Osteomusculares Relacionados al Trabajo, mejorar la calidad de vida, reducir la inactividad física y promover un estilo de vida saludable. Actualmente, el equipo es formado por tres profesores, una estudiante de posgrado y ocho alumnos de práctica del curso de educación física, sumandose, a todos ellos, la participación de 40 operarios de la propia universidad. Las clases son realizadas dos veces por semana y son constituidas de ejercicios de flexibilidad, coordinación, agilidade, fuerza, actividades lúdicas y masajes. Durante el año es evaluada la capacidad funcional, el nivel de actividad física, la calidad de vida, el nivel de mudanza de comportamiento con especto a la práctica de actividad física y el estado de ánimo de los participantes. Los resultados indicaron que el programa de GL es capaz de mejorar la calidad de vida, el estado de ánimo y ayuda a mantener las capacidades funcionáis de sus practicantes.

Biografía del autor/a

  • Priscila Missaki Nakamura, UNESP

    Departamento de Educação Física

    Area: Atividade física relacionada a saúde

  • Camila Bosquiero Papini, UNESP

    Departamento de Educação Física

    Area: Atividade física relacionada a saúde

  • Silvia Deutsch, UNESP

    Departamento de Educação Física

    Area: Atividade física relacionada a saúde

  • Eduardo Kokubun, UNESP

    Departamento de Educação Física

    Area: Atividade física relacionada a saúde

Referencias

BARROS, M. V.; NAHAS, M. V. Comportamento de risco, auto avaliação do nível de

saúde e percepção de estresse entre trabalhadores de indústria. Revista Saúde Pública,

v. 35, p.554-63, 2001.

BRASIL. Ministério da Previdência Social. Saúde e Segurança Ocupacional.

http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=39, 18 de Março 2010.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de

Análise de Situação em Saúde. Saúde Brasil 2006: uma análise da desigualdade em

Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

GONZÁLEZ, N. V. et al. Influência da Ginástica Laboral nos Estados de Ânimo. Revista

Brasileira de Ciência e Movimento. Brasília, v.13, s.4, p. 295- 295, 2005.

HASKELL, W. L. et al. Physical activity and public health: update recommendation for

adults from the American College of Sports Medicine and American Heart

Association., 2007.

LEE, J. M. et al. Physical Activity and coronary heart disease in women. Is no pain, no

gain passé. JAMA, vol. 285, n.11, 2001.

LIPP, M. E. N.; GUEVARA, A. J. H. Validação empírica do Inventário de Sintomas de

Stress. Estudos de Psicologia, v.11, n.3, p.43-49, 1994.

MEIRELLES, E. D. G. et al. Prevalência de síndromes dolorosas osteomusculares em

Trabalhadores de Unidades Básicas de Saúde (UBS). Einsten, vol. 5, n.1, pg.37- 43,

NAKAMURA, P. M. et al. Classificação de funcionários praticantes de Ginástica Laboral

pelo modelo transteorético segundo recomendações do CDC. Revista Brasileira de

Ciência e Movimento.Brasília, v.13, s.4, p.266 - 266, 2005.

NAKAMURA, P. M. A. et al. A experiência do programa de ginástica laboral na Universidade Estadual

Paulista-Rio Claro. Rev. Ciênc. Ext. v.7, n.1, p.143, 2011.

OSNESS, W. H. Functional fitness assessment for adults over 60 years. Reston:

American Alliance for Health, Physical Education, Recreation and Dance, 1990.

PAPINI, B. C. et al. Influência da Ginástica Laboral nas capacidades funcionais. Revista

Brasileira de Ciência e Movimento, Brasília, v.3, n.2 suplemento 1, 2007.

PAPINI, B. C. Associações entre nível, oferta de atividade física no trabalho e atividade

física no lazer. Dissertação apresentada a UNESP- Rio Claro, 2008, pg.112.

PRADO, E. S.; DANTAS, E. H. M. Efeitos dos exercícios físicos aeróbios e de força nas

lipoproteínas HDL, LDL e lipoproteína. Arq. Bras. Cardio, vol.79, n.4, pg.429-33, 2002.

PROCHASKA J. O.; DI CLEMENTE, C. C. Stages and processes of self-change of

smoking: toward an integrative model of change. Journal of Consulting and Clinical

Psychology, 51, 390-395, 1983.

VOLP, C. M. LEA para populações diversas. Rio Claro UNESP, 2000. Relatório Trienal

apresentado à CPRT, UNESP, 2000.

Publicado

2011-05-16

Número

Sección

Relatos de experiências extensionistas