Enfermedades bucales y calidad de vida de los niños de la asociación benéfica João Arlindo
DOI:
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2018v14n4p113-125Palabras clave:
Promoción de salud. Salud bucal. Desigualdades en salud. Iniquidad social. Grupos de Riesgo.Resumen
Este estudio tuvo por objetivo verificar la higienización bucal y la prevalencia de caries dental y de maloclusión en niños de una asociación benéfica, además de la percepción de los padres en relación con el impacto de las enfermedades bucales en la calidad de vida de los hijos y en la rutina familiar. Se analizó la higienización bucal por medio del Índice de Higiene Oral Simplificado (IHOS). Se realizó levantamiento epidemiológico de caries dental y maloclusión por medio de la aplicación de los índices de Caries Dental y Necesidad de Tratamiento y Maloclusión. También se aplicaron los cuestionarios Parental- Caregiver Perceptions Questionnaire (P-CPQ) y Family Impact Scale (FIS) con la finalidad de evaluar la percepción de los padres sobre el impacto de las enfermedades bucales en la calidad de vida de los hijos y en la rutina familiar, respectivamente. Entre los evaluados, el 62,2% presentaron IHOS regular; el 46,7%, maloclusión leve; el 55,1% y el 45,6%, dientes permanentes y deciduos atacados por caries dental, respectivamente. Sobre el cuestionario P-CPQ, el 41,1% de los padres respondieron que el bienestar general del hijo era afectado “ni un poco” o “solo un poquito” por la condición de la salud bucal. Ya sobre el FIS, “Actividad de los padres/familia” fue la subescala que más influyó en la rutina familiar. Los niños investigados presentaron deficiencia en la higienización y enfermedades bucales. Los padres tienen baja percepción del impacto de las enfermedades bucales en la calidad de vida de los hijos, pero alta cuando se trata de la rutina familiar.
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