PROYECTO NEUROTRAUMA: Educar para prevenir – el mejor tratamiento
DOI:
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2018v14n1p70-82Palabras clave:
Lesiones traumáticas del encéfalo. Traumatismos de la médula espinal. Educación. Prevención de accidentes.Resumen
Introducción: Las lesiones neurológicas son las principales causas de discapacidad. Los neurotraumas, trauma raquimedular (TRM) y traumatismo craneoencefálico (TCE), además de frecuentes, muchas veces causan daños neurológicos permanentes y se presentan con frecuencia en los jóvenes que tienen sus vidas completamente modificadas. Los neurotraumas no solo afectan la vida del individuo que lo sufre, sino también su vida familiar, el sistema de salud pública y de seguridad que se convierte en uno problema de salud pública. Objetivos: Promover acciones educativas relacionadas con neurotraumas a los alumnos de bachillerato de las escuelas públicas de Diamantina, Minas Gerais, y concientizar acerca de la seriedad del TRM y TCE estimulando la prevención. Métodos: Alumnos del bachillerato de las escuelas públicas de la ciudad de Diamantina, Minas Gerais, han formado el público objetivo de la intervención de este proyecto de extensión. La actividad extensionista empezó después de la autorización del equipo escolar. Un cuestionario acerca del conocimiento y los factores de riesgo del TRM y TCE fue entregado para los alumnos antes de la clase expositiva y ilustrativa sobre los neurotraumas. La clase contenía temas relacionados con la anatomía neurológica, etiología, incidencia, factores de riesgo, pronóstico, complicaciones y prevención de los neurotraumas. Hubo un período de debate para aclarar las dudas y se entregó un folleto explicativo sobre los contenidos, a los alumnos al final de la actividad. Los datos relacionados al cuestionario aplicado fueron analizados y se registraron informes de los alumnos extensionistas y del equipo escolar. Resultados: El número total de los estudiantes abordados en esta intervención fue de 451 distribuidos entre los tres años del bachillerato, 32% del primer año, 40% y 28% del segundo y tercero, respectivamente. El promedio de las edades de los estudiantes fueron de 16 años y la mayoría fue del género femenino (55%). Un número significativo de alumnos no tenían conocimiento sobre el TRM (41%) y TCE (52%) y varios de ellos presentaban actitudes de riesgo para un posible neurotrauma. Conclusiones: La prevalencia del desconocimiento sobre el TCE y el TRM y sus consecuencias fue alta entre los estudiantes de secundaria y los hábitos de riesgo para un neurotrauma fueron identificados y ampliamente discutidos. La mejor conducta para evitar el número creciente y las consecuencias de los neurotraumas es la prevención, además de la autoprotección, evita accidentes a terceros y traen beneficios económicos para toda la sociedad y menos sufrimiento para las personas. Hubo interacción entre la universidad y las escuelas proporcionando intercambio de saberes, agregando, posiblemente, nuevos conocimientos para todos los involucrados.Referencias
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