PRODUCCIÓN, PROCESAMIENTO E ADECUACIÓN CON LA LEGISLACIÓN DEL PÓLEN APÍCOLA DESIDRATADO, PRODUCIDO EN BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2018v14n2p55-73Palabras clave:
Polen apícola. Producción. Beneficios. Humedad. Origen botánico.Resumen
El objetivo de este estudio fue obtener datos sobre la producción y verificar la adecuación, con base en la legislación brasileña, de las prácticas adoptadas durante el procesamiento del polen apícola recogido en nueve Estados brasileños; y, además, identificar la percepción de los productores de la vegetación visitada por las abejas.La recolección de los datos fue realizada junto a los apicultores por medio de un cuestionario y, en el laboratorio, se identificó el contenido de humedad y el origen botánico de las 69 muestras. Se observó que el número de colmenas productivas, por establecimiento, fue de 3 a 300. El colector tipo frontal fue utilizado por todos los productores que respondieron a esta cuestión. El intervalo entre las etapas de recolección y de deshidratación fue variable y sólo dos muestras fueron liofilizadas, mientras que las demás fueron deshidratadas en secadores por aire caliente. Una parte de las muestras fue deshidratada con una temperatura por encima del límite establecido en la legislación y el 91% de los productos analizados tenían un contenido de humedad superior al 4%. No se utilizó ningún aditivo en ninguna etapa del proceso. El análisis polínico indicó que, en algunos casos, los productores fueron capaces de percibir las plantas visitadas por las abejas apenas acompañando el forraje. Se concluyó que la producción de polen apícola fue realizada por pequeños o medianos productores, los cuales adopta prácticas variadas de producción y procesamiento, respetando la no utilización de aditivos, pero con fallas en cuanto a la temperatura de deshidratación y el contenido de humedad en el producto final. Además, cuando los productores acompañan efectivamente la recolección de polen por las abejas, son capaces de percibir las fuentes poliníferas.Referencias
ALMEIDA-MURADIAN, L.B.; ARRUDA, V.A.S.; BARRETO, L.M.R.C. Manual de Controle de Qualidade do Pólen Apícola. São Paulo: APACAME, 2012. 28 p.
ALVES, M.L.T.M.F. Produção de pólen apícola. Apta Regional, v.10, n.2, 2013.
ARGENTINA. Ley nº 18.284, de 30 de junio de 1971. La Secretaría de Estado de Salud Pública establece la vigencia de las normas higiénico-sanitarias, bromatológicas y de identificación comercial contenidas en el Código Alimentario Argentino. Boletin Oficial, Buenos Aires, 20 set. 1971.
ARRUDA, V.A.S.; SANTOS-PEREIRA, A.A.; FREITAS, A.S.; BARTH, O.M.; ALMEIDA-MURADIAN, L.B. Dried bee pollen: B complex vitamins, physicochemical and botanical composition, Journal of Food Composition and Analysis, v. 29, n.2, p.100-105, 2013.
BARRETO, L.M.R.C.; FUNARI, S.R.C.; ORSI, R.O. Composição e qualidade do pólen apícola proveniente de sete Estados brasileiros e do Distrito Federal, Boletim de Indústria Animal, v.62, n.2, p.167-175, 2005a.
BARRETO, L.M.R.C.; FUNARI, S.R.C.; ORSI, R.O. Pólen apícola: perfil da produção no Brasil. In: CONGRESSO DE APICULTURA DEL MERCOSUR, 1, Punta Del Este, 2005b. Anais. Punta Del Este: Sociedad de Apicultores Uruguaya, 2005. p.20.
BARTH, O. M. Análise microscópica de algumas amostras de mel. 1. Pólen dominante. Anais da Academia Brasileira de Ciências, v.42, n.2, p.351-366, 1970a.
BARTH, O. M. Análise microscópica de algumas amostras de mel. 2. Pólen acessório. Anais da Academia Brasileira de Ciências, v.42, n.3, p.571-590, 1970b.
BARTH, O. M. Análise microscópica de algumas amostras de mel. 3. Pólen isolado. Anais da Academia Brasileira de Ciências, v.42, n.4, p.747-772, 1970c.
BARTH, O. M. O pólen no mel brasileiro. Rio de Janeiro: Luxor, 1989. 150p.
BARTH, O.M.; FREITAS, A.S.; OLIVEIRA, E.S.; SILVA, R.A.; MAESTER, F.M.; ANDRELLA, R.R.S.; CARDOZO, G.M.B.Q. Evaluation of the botanical origin of commercial dry bee pollen load batches using pollen analysis: a proposal for technical standardization. Anais da Academia Brasileira de Ciências, v.82, n.4, p.893-902, 2010.
BASTOS, D.H.M.; ROCHA, C.I.; CUNHA, I.B.S.; CARVALHO, P.O.; TORRES, E.A.S. Composição e qualidade de pólen apícola comercializado em algumas cidades nos estados de São Paulo e Minas Gerais - Brasil. Revista do Instituto Adolfo Lutz, v.62, n.3, p.239-244, 2003.
BOGDANOV, S. The bee pollen book: chapter 1, 2012. Disponível em: www.bee-hexagon.net. Acesso em: 15 fev. 2013.
BRASIL. Instrução Normativa nº 3, de 19 de janeiro de 2001. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento aprova os regulamentos técnicos de identidade e qualidade de apitoxina, cera de abelha, geléia real, geléia real liofilizada, pólen apícola, própolis e extrato de própolis. Diário Oficial da União, Brasília, 23 jan. 2001. Seção 1, p.18.
CAMPOS, M.G.R.; BOGDANOV, S.; ALMEIDA-MURADIAN, L.B.; SZCZESNA, T.; MANCEBO, Y.; FRIGERIO, C.; FERREIRA, F. Pollen composition and standardisation of analytical methods. Journal of Apicultural Research and Bee World, v. 47, n. 2, p. 156-163, 2008.
CARPES, S.T. Estudo das características físico-químicas e biológicas do pólen apícola de Apis mellifera L. da Região Sul do Brasil. 2008. 255f. Tese (Doutorado em Tecnologia de Alimentos), Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2008.
DE-MELO, A.A.M.; ESTEVINHO, M.L.M.F.; SATTLER, J.A.G.; SOUZA, B.R.; FREITAS, A.S.; BARTH, O.M.; ALMEIDA-MURADIAN, L.B. Effect of processing conditions on characteristics of dehydrated bee-pollen and correlation between quality parameters. LWT - Food Science and Technology, v.65, p.808-815, 2016.
DÓREA, M.C.; NOVAIS, J.S.; SANTOS, F.A.R. Botanical profile of bee pollen from the southern coastal region of Bahia, Brazil. Acta Botanica Brasilica, v.24, n.3, p.862-867, 2010.
FBB. Fundação Banco do Brasil. Apicultura: desenvolvimento regional sustentável. Brasília: Banco do Brasil, 2010. 47p.
INMET. Instituto Nacional de Meteorologia. BDMEP – Dados históricos, 2015. Disponível em: http://www.inmet.gov.br/. Acesso em: 03 set. 2015.
LINSKENS, H.F. JORDE, W. Pollen as food and medicine - a review. Economic Botany, v.51, n.1, p.78-87, 1997.
MALERBO-SOUZA, D.T.; SILVA, F.A.S. Comportamento forrageiro da abelha africanizada Apis mellifera L. no decorrer do ano. Maringá, v.33, n.2, p.183-190, 2011.
MARCHINI, L.C.; REIS, V.D.A.; MORETI, A.C.C.C. Composição físico-química de amostras de pólen coletado por abelhas Africanizadas Apis mellifera (Hymenoptera:Apidae) em Piracicaba, Estado de São Paulo. Ciência Rural, v.36, n.3, p.949-953, 2006.
MELO, I.L.P.; ALMEIDA-MURADIAN, L.B. Comparison of methodologies for moisture determination on dried bee pollen samples. Ciência e Tecnologia de Alimentos, v.31, n.1, p.194-197, 2011.
MELO, I.L.P.; ALMEIDA-MURADIAN, L.B. Stability of antioxidants vitamins in bee pollen samples. Química Nova, v.33, n3, p.514-518, 2010.
MORETI, A.C.C.C.; MARCHINI, L.C.; SOUZA, V.C.; RODRIGUES, R.R. Atlas do pólen de plantas apícolas. Rio de Janeiro: Papel Virtual. 2002. 88p.
NEGRÃO, A.F. Efeito da sazonalidade no teor proteico e composição de aminoácidos no pólen apícola produzido em Botucatu, Estado de São Paulo. Botucatu, 2014. 56p. Dissertação de Mestrado – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”.
NOGUEIRA, C.; IGLESIAS, A.; FEÁS, X.; ESTEVINHO, L.M. Commercial bee pollen with different geographical origins: a comprehensive approach. International Journal of Molecular Sciences, v.13, n.9, p.11173-11187, 2012.
ODOUX, J.F.; FEUILLET, D.; AUPINEL, P.; LOUBLIER, Y.; TASEI, J.N.; MATEESCU, C. Territorial biodiversity and consequences on physico-chemical characteristics of pollen collected by honey bee colonies. Apidologie, v.43, n.5, p.561-575, 2012.
OLIVEIRA, K.C.L.S. Caracterização do pólen apícola e utilização de vitaminas antioxidantes como indicadoras do processo de desidratação. 2006. 106 f. Dissertação (Mestrado em Ciência dos Alimentos), Faculdade de Ciências Farmacêuticas - Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006.
REINHARD, K.J.; HAMILTON, D.L.; HEVLY, R.H. Use of pollen concentration in palaeopharmacology: coprolite evidence in medical plants. Journal of Ethnobiology, v.11, p.117-132, 1991.
SATTLER, J.A.G. Quantificação das vitaminas antioxidantes E (?-, ?-, ?-, ?-tocoferol), C (ácido ascórbico), pró-vitamina A (?-, ?-caroteno) e composição química do pólen apícola desidratado produzido em apiários georreferenciados da região Sul do Brasil. São Paulo, 2013. 140p. Dissertação de Mestrado – Faculdade de Ciências Farmacêuticas – Universidade de São Paulo.
SEBRAE. Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa. Informações de mercado sobre mel e derivados da colméia: sumário executivo, 2007. Disponível em: . Acesso em: 01 mai. 2011.
SUIÇA. Ordonnance du DFI 817.022.108 du 23 novembre 2005. Le Département fédéral de l'intérieur établit l'ordonnance sur les denrées alimentaires d’origine animale. Droit interne, Suisse, 01 jan. 2005.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Revista Ciência em Extensão

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
O/a(s) autor/a(es/s) que publicar(em) nesta revista concorda(m) com as seguintes condições:
- Os direitos morais de autoria e de integridade da obra são do/a(s) autor/a(es/s).
- Os autores concedem à RCE o direito de primeira publicação.
- Seguindo a recomendação da Unesco, os textos são publicados sob a licença Creative Commons CC BY 4.0, que “permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original”.
- Os autores podem disponibilizar a versão publicada em repositórios institucionais, páginas pessoais, redes acadêmicas e outros meios de divulgação, desde que seja indicada a publicação original na revista.
- A revista incentiva a ampla disseminação da versão publicada após a conclusão do processo editorial.
- Os termos de cessão de uso de imagem são de responsabilidade dos autores.