OCTUBRE ROSA EN LA EXTENSIÓN UNIVERSITARIA: IMPACTO DE UN PROYECTO
DOI:
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2018v14n1p26-42Palabras clave:
Cáncer de mama. Octubre Rosa. Prevención. Extensión universitaria. Acciones de extensión.Resumen
Este artículo es el resultado de un proyecto de extensión, titulado "Octubre Rosa en UNESP: IBILCE y la comunidad unidos por la concientización sobre el cáncer de mama ", cuyo foco es aclarar e informar sobre las principales cuestiones sobre el tema. Basado en el movimiento mundial creado en Estados Unidos en 1997, se realizó el proyecto en el ámbito universitario, con objetivo de llamar la atención de la comunidad interna y externa por medio de actitudes y hábitos dirigidos a la salud de la mujer, subrayando la importancia de la prevención de ese tipo de cáncer, con énfasis en la importancia del diagnóstico temprano. Se abordaron diversos aspectos que permean la salud y el bienestar de la mujer y, también, la parte de la oncología relacionada con prevención, diagnóstico y tratamiento, todo eso por medio de acciones diversas que resultaron en orientación y cambio de conocimientos entre profesores, alumnos y servidores de diferentes áreas y departamentos de la universidad, objetivando el compartimiento de saberes con respecto a una enfermedad que afecta millares de mujeres todos los años, en todas las esferas. Así, esas acciones fueron expandidas a la comunidad externa, alcanzando familiares y personas relacionadas con la comunidad interna de la universidad en un movimiento que unió la difusión de informaciones sobre el tema y acciones benéficas. De carácter cualitativo, por involucrar experiencias, interacciones y explicaciones, se realizó también una investigación cuantitativa con el propósito de determinar la eficiencia de la campaña con respecto a su público objetivo. A partir del análisis de los resultados, se pudo observar sustancial desconocimiento sobre el tema, y se reitera la importancia de acciones como las que el proyecto realizó para la concientización de la comunidad interna y externa con respecto a la importancia de la prevención y la detección temprana del cáncer de mama.Referencias
BEDIM, J. G. L. Metodologias participativas na extensão universitária: instrumentos de transformação social. Revista Agenda Social. Vol 6, n 1, 2012. Disponível em http://www.revistaagendasocial.com.br/index.php/agendasocial/article/view/13. Acessado em fevereiro de 2017.
BRASIL. Ministério da Saúde, Instituto Nacional de Câncer. Câncer no Brasil Dados dos Registros de Câncer de Base Populacional. 2010. Disponível em: http://www.inca.gov.br/cancernobrasil/2010. Acessado em dezembro de 2014.
BRASIL. Ministério da Saúde. Vigilância das Doenças Crônicas Não Transmissíveis. 2014. Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/671-secretaria-svs/vigilancia-de-a-a-z/doencas-cronicas-nao-transmissiveis/14125-vigilancia-das-doencas-cronicas-nao-transmissiveis. Acessado em janeiro de 2017.
FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRAS (FORPROEX). Política Nacional de Extensão Universitária. Porto Alegre: UFRGS, 2012.
FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS INSITUIÇÕES PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRAS (FORPROEX). Política Nacional de Extensão Universitária. Recife: Editora Universitária UFPE/PE, 2013.
Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa 2016 – Incidência de Câncer no Brasil. Disponível em: http://www.inca.gov.br/estimativa/2016/estimativa-2016-v11.pdf. 2016. Acessado em 2016.
Instituto Nacional do Câncer (INCA). ABC do Câncer – Abordagens Básicas para o Controle do Câncer. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/abc_do_cancer.pdf. Rio de Janeiro. 2011. Acessado em 2016.
PERES, V. C. Mulheres com câncer de mama: aspectos relacionados a recidiva e sobrevida. 2014. 89 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2014.
ROCHA, L. A. C. Projetos Interdisciplinares de Extensão Universitária: ações transformadoras. 2007. 84 f. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Semiótica, Tecnologias de Informação e Educação. Universidade de Braz Cubas, Mogi das Cruzes, 2007.
SCHMIDT, M.I., DUNCAN, B.B., STEVENS, A., et al. Doenças Crônicas não transmissíveis no Brasil: mortalidade, morbidade e fatores de risco. In: Ministério da Saúde Departamento de Análise de Situação de Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde, ed. Saúde Brasil 2009. In: Uma análise da situação de saúde e da Agenda Nacional e Internacional de Prioridades em Saúde. Brasília: 2010.
SCHMIDT, M. I. O enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis: um desafio para a sociedade brasileira. Epidemiol. Serv. Saúde v.20 n.4 Brasília dez. 2011. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5123/S1679-49742011000400001. Acessado em agosto de 2014, 2015 e 2016.
SILVA, E. A. As metodologias qualitativas de investigação nas Ciências Sociais. Revista Angolana de Sociologia, 12. 2013. Disponível em: https://ras.revues.org/740#tocto1n2. Acessado em: fevereiro de 2017. doi: 10.4000/ras.740
SILVA, R. C. Metodologias Participativas para Trabalhos de Promoção de Saúde e Cidadania. São Paulo: Vetor, 2002
WHO. World Health Survey Results 2010. Disponível em http://www.who.int/healthinfo/survey/whsresults/en/index.html. Acessado em dezembro de 2014.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Revista Ciência em Extensão

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
O/a(s) autor/a(es/s) que publicar(em) nesta revista concorda(m) com as seguintes condições:
- Os direitos morais de autoria e de integridade da obra são do/a(s) autor/a(es/s).
- Os autores concedem à RCE o direito de primeira publicação.
- Seguindo a recomendação da Unesco, os textos são publicados sob a licença Creative Commons CC BY 4.0, que “permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original”.
- Os autores podem disponibilizar a versão publicada em repositórios institucionais, páginas pessoais, redes acadêmicas e outros meios de divulgação, desde que seja indicada a publicação original na revista.
- A revista incentiva a ampla disseminação da versão publicada após a conclusão do processo editorial.
- Os termos de cessão de uso de imagem são de responsabilidade dos autores.