Acciones de extensión para promoción del parto humanizado: capacitando agentes comunitarios de salud

Autores/as

  • Mariana Pompeu Sodré Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS
  • Rita de Cássia Rocha Moreira Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS
  • Thamiles Sena da Silva Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS
  • Rosana Oliveira de Melo Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2017v13n4p152-161

Palabras clave:

Extensión universitaria. Humanización del parto. Capacitación profesional. Agentes comunitarios de salud.

Resumen

La educación en salud es una estrategia utilizada en el trabajo diario del Agente Comunitario de Salud (ACS), la construcción y el fortalecimiento de los conocimientos sociales y en salud en la comunidad y pudiendo ser utilizada también en el fomento de la adhesión a las prácticas humanizadas con las mujeres en el proceso del parto. El objetivo de este estudio es relatar la experiencia de los miembros del Núcleo de Extensión e Investigación en Salud de la Mujer de la Universidad Estatal de Feira de Santana en la realización de la Primera Capacitación sobre Parto Humanizado a los agentes comunitarios de salud, con énfasis en el papel de las acciones de extensión en la promoción del parto humanizado. Esta actividad forma parte de la ejecución del proyecto de extensión "Servicio prenatal de bajo riesgo: la humanización de la asistencia a la mujer durante el embarazo y el parto", aprobado por la Resolución 93/2002 CONSEPE. La capacitación se realizó en el Centro Social Urbano en la ciudad de Feira de Santana-BA. Tuvo como publico destinatario los agentes comunitarios de salud vinculados a la Unidad Básica de Salud del centro. Para efectuar la capacitación, se realizaron sesiones científicas y administrativas para la planificación, ejecución y evaluación de la propuesta, con la delimitación de los temas relevantes, desde la demanda de la comunidad asistida con la participación de la enfermera de la unidad. Las técnicas utilizadas en la capacitación fueron la exposición dialogada y círculos de conversación. Al final de la capacitación, los agentes comunitarios de salud informaron la importancia del tema para su trabajo diario en el acompañamiento de las mujeres embarazadas en el momento en que los miembros del núcleo se dieron cuenta de los efectos positivos de las acciones de extensión como más una estrategia de estrechamiento entre las distintas instituciones. En especial se observó la posibilidad de fortalecimiento a la defensa de la humanización del parto, a través de la sensibilización a la difusión del conocimiento sobre las prácticas humanizadas en la asistencia de las mujeres en el parto. En esta perspectiva, se concibe la relevancia social de la acción de agentes de salud comunitarios en la formación del conocimiento de la comunidad a partir de la interacción directa en las acciones de educación para la salud. Por lo tanto, se considera que las actividades de extensión son de suma importancia tanto para la comunidad y para la universidad, por lo que permite vislumbrar el carácter indivisible entre enseñanza, investigación y extensión se acercando la experiencia académica al día a día de la comunidad, para proporcionar una relación de cambio de conocimientos, sobretodo en la salud de la mujer.

 

Biografía del autor/a

  • Mariana Pompeu Sodré, Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS
    Estudante do curso de Enfermagem na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e bolsista do Núcleo de Extensão e Pesquisa em Saúde da Mulher (NEPEM).
  • Rita de Cássia Rocha Moreira, Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS
    Possui Graduação em Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade Estadual de Feira de Santana (1986) Doutorado (2013) e Mestrado em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade Federal da Bahia (2005). Especialista em Cuidado Pré-Natal pela UNIFESP. Professora Assistente da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Membro do Núcleo de Pesquisa Integrada em Saúde Coletiva (NUPISC/UEFS). Coordenadora do Núcleo de Extensão e Pesquisa em Saúde da Mulher(NEPEM/UEFS).Atualmente docente do Mestrado Profissional em Enfermagem da UEFS. Pesquisadora na área na área de Enfermagem, com ênfase em Saúde da Mulher, atuando principalmente nos seguintes temas: fenomenologia, enfermagem, mulher, saúde da mulher, câncer cérvico uterino, pré-natal e obstetrícia. Integrante da Equipe Editorial da Revista de Enfermagem - UFPE- On line.
  • Thamiles Sena da Silva, Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS
    Graduanda de Enfermagem da Universidade Estadual de Feira de Santana. Bolsista do Núcleo de Extensão e Pesquisa em Saúde da Mulher, atuando principalmente nos seguintes temas: saúde da mulher, pré-natal e parto humanizado.
  • Rosana Oliveira de Melo, Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS
    Possui graduação em Enfermagem e Obstetrícia (1996) e especialização em Enfermagem Obstétrica (2002) pela Universidade Estadual de Feira de Santana, e mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal da Bahia (2010). Atualmente é professor auxiliar da Universidade Estadual de Feira de Santana. Tem experiência na área de Enfermagem na Saúde da Mulher, com ênfase nas áreas de Ginecologia, Obstetricia e o Cuidar no Processo do Desenvolvimento Humano.

Referencias

BARBOSA, T. L. A.; GOMES, L. M. X.; DIAS, O. V. O pré-natal realizado pelo enfermeiro: a satisfação das gestantes. Cogitare Enfermagem, Curitiba, v. 16, n. 1, p. 29-35, jan./ mar. 2011. Disponível em: http://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/21108/. Acesso em: 12 abr. 2016.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticos de Saúde. Área Técnica de Saúde da Mulher. Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher. Brasília, 2001.

______.Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Programa de Humanização do Parto: humanização do Pré-Natal e Nascimento. Brasília, 2002.

______. Lei nº 11.108, de 7 de abril de 2005. Altera a Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, para garantir às parturientes o direito à presença de acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS. Diário Oficial da União, Brasília, 8 abr. 2005. Seção 1, p. 1.. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11108.htm. Acesso em: 6 mar. 2016.

______. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação em Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde Brasília: Ministério da Saúde, 2009a.

______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. O trabalho do agente comunitário de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2009b.

______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno. Área Técnica de Saúde da Mulher. Gravidez, parto e nascimento com saúde, qualidade de vida e bem-estar. Brasília, 2013.

COSTA, R. F.; PROGIANTI, J. M. Práticas educativas desenvolvidas por enfermeiras: repercussões sobre vivências de mulheres na gestação e no parto. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 65, n. 2, p. 257-263, mar./ abr. 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reben/v65n2/v65n2a09.pdf. Acesso em: 12 abr. 2016.

DIVINO, A. E. A. et al. A extensão universitária quebrando barreiras. Cadernos de Graduação - Ciências Humanas e Sociais, Aracaju, v. 1. n. 16. p. 135-140, mar. 2013. Disponível em: https://periodicos.set.edu.br/index.php/cadernohumanas/article/viewFile/491/253. Acesso em: 12 abr. 2016.

FERNANDES, K. J. S. S. et al. Relato de experiência: vivências de extensão na comunidade. Revista Ciência em Extensão, São Paulo, v. 12, n. 1, p. 97-104, 2016. Disponível em: http://ojs.unesp.br/index.php/revista_proex/article/view/1205. Acesso em: 12 abr. 2016.

FIGUEIREDO, N. S. V. et al. Fatores culturais determinantes da escolha da via de parto por gestantes. HU Revista, Juiz de Fora, v. 36, n. 4, p. 296-306, out. /dez. 2010. Disponível em: http://hurevista.ufjf.emnuvens.com.br/hurevista/article/viewFile/1146/460. Acesso em: 20 abr. 2016.

IORRA, M. R. K. et al. Aspectos relacionados à preferência pela via de parto em um hospital universitário. Revista da AMRIGS, Porto Alegre, v. 55, n. 3, p. 260-268, jul. /set. 2011. Disponível em: http://www.amrigs.com.br/revista/55-03/0000045956-Revista_AMRIGS_3_artigo_original_aspectos_relacionados.pdf. Acesso em: 20 abr. 2016.

KOETTKER, J. G. et al. Resultado de partos domiciliares planejados atendidos por enfermeiras de 2005 a 2009 em Florianópolis, SC. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 46, n. 4, p. 747-750, 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89102012000400020. Acesso em: 15 maio 2016.

LEAL, M. C.; GAMA, S. G. N. Nascer no Brasil: Inquérito Nacional sobre Parto e Nascimento.. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 30, p. S5, 2014. Suplemento 1. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v30s1/0102-311X-csp-30-s1-0005.pdf. Acesso em: 15 maio 2016.

LEAL, M. C. et al. Intervenções obstétricas durante o trabalho de parto e parto em mulheres brasileiras de risco habitual. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 30, p. S17-S47, 2014. Suplemento 1. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v30s1/0102-311X-csp-30-s1-0017.pdf. Acesso em: 15 maio 2016.

MACEDO, J. G.; ARRAES, R. Autonomia da gestante na escolha de parto na realidade da prestação de assistência médico-hospitalar brasileira. In: JORNADA DE SOCIOLOGIA DA SAÚDE, 7., 2013. Curitiba. Anais eletrônicos... Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2013. Disponível em: http://www.humanas.ufpr.br/portal/sociologiasaude/files/2013/12/AUTONOMIA-DA-GESTANTE-NA-ESCOLHA-DE-PARTO.pdf. Acesso em: 12 abr. 2016.

MAFETONI, R. R.; SHIMO, A. K. K. Métodos não farmacológicos para alívio da dor no trabalho de parto: revisão integrativa. REME: Revista Mineira de Enfermagem, Belo Horizonte, v. 18, n. 2, p. 505-512, abr./jun. 2014. Disponível em: http://www.reme.org.br/artigo/detalhes/942. Acesso em: 20 maio 2016.

NAGAHAMA, E. E. I.; SANTIAGO, S. M. Parto humanizado e tipo de parto: avaliação da assistência oferecida pelo Sistema Único de Saúde em uma cidade do Sul do Brasil. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, Recife, v. 11, n. 4, p. 415-425, out./dez. 2011. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-38292011000400008. Acesso em: 20 maio 2016.

OLIVEIRA, F.; GOULART, P. M. Fases e faces da extensão universitária: rotas e concepções. Revista Ciência em Extensão, São Paulo, v. 11, n. 3, p. 8-27, 2015. Disponível em: http://ojs.unesp.br/index.php/revista_proex/article/view/1225. Acesso em: 12 abr. 2016.

PORTO, A. M. F.; AMORIM, M. M. R.; SOUZA, A. S. R. Assistência ao primeiro período do trabalho de parto baseada em evidências. Femina, Rio de Janeiro, v. 38, n. 10, p. 527-537, out. 2010. Disponível em: http://bhpelopartonormal.pbh.gov.br/estudos_cientificos/arquivos/artigo_femina_assistencia_ao_parto_parte_I.pdf. Acesso em: 20 abr. 2016.

Publicado

2017-12-29

Número

Sección

Relatos de experiências extensionistas