SOPORTE BÁSICO DE VIDA PARA PERSONAS LEGAS: RELATO DE ACTIVIDADES EXTENSIONISTAS
DOI:
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2017v13n1p190-203Palabras clave:
Educación en Salud. Paro cardiorrespiratorio. Resucitación cardiopulmonar. Soporte Vital Básico. UniversidadesResumen
Las enfermedades del aparato circulatorio, especialmente las cardíacas, representan una de las principales causas de muerte en Brasil y en el mundo. Sin embargo, este perfil de mortalidad presenta tendencia reduccionista por medio del empleo de técnicas correctas de Reanimación Cardiopulmonar (RCP), empleadas por los socorristas legos entrenados que realizan el primer atendimiento a las víctimas. Por lo tanto, el objetivo de este estudio fue describir la experiencia de estudiantes, de las carreras de Enfermería y Educación Física, en la realización de actividades educativas promovidas a la comunidad de una universidad estadual en el interior del sudoeste de Bahía, sobre las temáticas maniobras de Heimlich y RCP. Se trata de un relato de experiencia sobre las actividades oriundas del proyecto de extensión intitulado “Salud Universitaria: Acciones de Promoción y Prevención para el Bien Estar”, que fue conducido para el público considerado lego en la temática abordada. Así, los participantes fueron: 10 funcionarios técnico-administrativos, 05 pasantes y 12 estudiantes del curso de Enfermería. Las actividades extensionistas fueron agendadas para 12 encuentros, entre los meses de marzo a noviembre de 2015 (excepto en los meses de junio a agosto debido a un paro en las Universidades Estaduales de Bahía), con discusión sobre las maniobras de Heimlich y RCP en adultos y niños como medidas importantes en la reducción de las tasas de mortalidad por enfermedades cardíacas, cuando realizadas de manera efectiva y precoz. La mayoría de los participantes relató que notó la importancia de los talleres como medida potencial para “salvar vidas” y reducir complicaciones después de la parada cardiorrespiratoria. Las monitoras describieron sobre la necesidad de ampliación del proyecto para otros espacios, como escuelas y empresas públicas y privadas, a fin de posibilitar el entrenamiento de un número mayor de personas para este atendimiento según las nuevas directrices de 2015, así como la implantación de desfibriladores automáticos en espacios públicos asociado al entrenamiento de un grupo específico de personas para usarlos. Para las monitoras, el proyecto posibilitó también la oportunidad de ejercitar en la práctica el conocimiento teórico, no siempre visto en detalles de informaciones y ejecución en las disciplinas de base curricular de cada carrera.
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