PERFIL DE CUIDADORES DE LA TERCERA EDADE EN UNA INSTITUCIÓN DE LARGA PERMANENCIA EN IMPERATRIZ, MA

Autores/as

  • Juliana Moreira Maia Universidade Federal do Maranhão image/svg+xml
  • Claudia Regina de Andrade Arrais Rosa Universidade Federal do Maranhão image/svg+xml
  • Agamenon Rodrigues Sena Neto Universidade Federal do Maranhão image/svg+xml
  • Paulo Ramires Santos de Almeida Universidade Federal do Maranhão image/svg+xml
  • Manoel Ferreira Campos Neto Universidade Federal do Maranhão image/svg+xml
  • Antonia Iracilda e Silva Viana UFMA
  • Simony Fabíola Lopes Nunes UFMA
  • Francisco Dimitre Rodrigo Pereira Santos UFMA

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2018v14n2p43-54

Palabras clave:

Cuidadores. Hogares para Ancianos. Asistencia a los ancianos.

Resumen

Ante el aumento de la oferta de trabajo de los cuidadores de de la tercera edad y la escasez de su perfil sociodemográfico y clínico, se llevó a cabo un estudio observacional con los cuidadores formales de una Institucione de Larga Permanencia para Mayores en el municipio de Imperatriz – MA. Los objetivos fueron describir las variables sociodemográficas, identificar las dificultades enfrentadas durante la realización de las actividades de trabajo y evaluar el estado de salud de los cuidadores. La muestra se compone de 14 profesionales que ayudaron a las personas mayores en la realización de las actividades diarias y aceptaron participar em el estudio. La recolección de datos se llevó a cabo entre abril y mayo de 2015 mediante cuestionarios respondidos de forma individual por el cuidador, a raíz de la escritura estructurada previamente probado. Las preguntas fueron leídas a los encuestados y las respuestas llenas, por extensión, en la forma. En el análisis estadístico, se utilizó la técnica descriptiva. Los resultados mostraron que 42,8% tenía entre 31 y 40 años, 64,2% de los cuidadores eran mujeres; 42,8% eran solteros; 50% tenía ingresos personales de hasta un salario mínimo; 50% no había completado la escuela secundaria y 71,42% recibido algún tipo de formación para el cuidado de los ancianos. Además, 64,3% de los encuestados consideró necesario recibir atención médica para comprobar su estado de salud. Para el análisis de los resultados se concluyó que los cuidadores necesitan apoyo de los servicios de salud para prevenir y/o reducir al mínimo la carga de trabajo y las posibles enfermedades. El estudio también muestra la importancia de conocer las dificultades institucionales que experimentan los cuidadores y centrarse en la reorganización de los servicios de atención para los ancianos institucionalizados.

Biografía del autor/a

  • Juliana Moreira Maia, Universidade Federal do Maranhão
    Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal do Maranhão
  • Claudia Regina de Andrade Arrais Rosa, Universidade Federal do Maranhão
    Possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal do Maranhão (1999). Especialista em Saúde da Família (Universidade Federal do Maranhão) e Didática Universitária (Faculdade Atenas Maranhense), Mestrado pelo Programa de pós-graduação de Ciências Ambientais na Universidade de Taubaté. Professora Assistente do curso de Medicina (40h) da Universidade Federal do Maranhão.
  • Agamenon Rodrigues Sena Neto, Universidade Federal do Maranhão
    Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Federal do Maranhão
  • Paulo Ramires Santos de Almeida, Universidade Federal do Maranhão
    Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Federal do Maranhão
  • Manoel Ferreira Campos Neto, Universidade Federal do Maranhão
    Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Federal do Maranhão
  • Antonia Iracilda e Silva Viana, UFMA
    Possui graduação em Psicologia pelo Instituto de Letras História e Psicologia de Assis (1984) e mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Maranhão (2009). É professora Assistente da Universidade Federal do Maranhão. Psicóloga da Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão . Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Clinica ,Gestão em Saúde Publica e docência.
  • Simony Fabíola Lopes Nunes, UFMA
    Enfermeira graduada pelo Centro Universitário do Maranhão (2006). Especialista na modalidade Residência Multiprofissional em Saúde pelo Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Brasil (2009). Docente do curso de Enfermagem da Universidade Federal do Maranhão - UFMA/CCSST. Mestre em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Integrante do grupo de pesquisa intitulado Grupo de Estudos sobre Cuidados de Saúde de Pessoas Idosas (GESPI/PEN/UFSC).

Referencias

ALMEIDA, F. S.. Idosos em instituições asilares e suas representações sobre família, 2005, p. 103. Dissertação (Mestrado em Sociologia) – Universidade Federal de Goiás. Goiânia, 2005.

ARAUJO, J. S et al. Perfil dos cuidadores e as dificuldades enfrentadas no cuidado ao idoso, em Ananindeua, PA. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol., Rio de Janeiro , v. 16, n. 1, p. 149-158, mar. 2013. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext &pid=S180998232013000100015&lng=en&nrm=iso. Acesso em 7 de julho de 2015.

BORN, T. Cuidando de quem cuida. Cuidar melhor e evitar a violência: manual do cuidador da pessoa idosa. Brasília. Secretária Especial dos Direitos Humanos, 2008.

BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto do Idoso. Brasília, 2007. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.741.htm. Acesso em 30 de junho de 2015.

BRASIL. Ministério da Saúde. Guia prático do cuidador. Brasília: Ministério da Saúde, 2008.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção à saúde dos idosos. Ministério da Saúde, 2000.

BRITO, D. C. S. Cuidando de quem cuida: estudo de caso sobre o cuidador principal de um portador de insuficiência renal crônica. Psicologia em estudo, Maringá , v. 14, n. 3, p.603-607, set.2009. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext &pid=S141373722009000300022&lng=en&nrm=iso. Acesso em 7 de julho de 2015.

CATTANI, R. B.; GIRARDON-PERLINI, N. M. O cuidar do idoso doente no domicílio na voz de cuidadores familiares. Revista Eletrônica de Enfermagem, Goiânia, v. 6, n. 2, p. 254-271, 2004.

COLOMÉ, I. C. S. et al. Cuidar de idosos institucionalizados: características e dificuldades dos cuidadores, Revista Eletrônica de Enfermagem, v. 13(2), p. 306-312, 2011. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5216/ree.v13i2.9376 . Acesso em 13 de julho de 2014.

DUARTE, M. J. R. S. Cuidadores? Por quê e para quê? Atenção ao idoso no domicílio. Revista de Enfermagem, v. 3, p. 126-130., 1996.

GIACOMINI, K.C.; UCHOA, E.; LIMA-COSTA, M.F.F. Projeto Bambuí: a experiência do cuidado domiciliário por esposas de idosos dependentes. Cad Saúde Pública; v. 21(5), p.1509-1518, 2005. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script =sci_arttext&pid=S0102-311X2005000500024. Acesso em 10 de julho de 2015.

GONCALVES, L. H. T. et al. Perfil da família cuidadora de idoso doente/fragilizado do contexto sociocultural de Florianópolis, SC. Texto & contexto em enfermagem, Florianópolis, v.15, n.4, p.570-577, dez.2006 Disponível em http://www.scielo.br/scielo .php?script=sci_arttext&pid=S010407072006000400004&lng=pt&nrm=iso . Acesso em 14 de julho de 2015.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Síntese de Indicadores Sociais. Rio de Janeiro, IBGE, 2014. Disponível em: http://www.ibge.gov.br . Acesso em 18 de janeiro de 2017.

KARSCH, U. M. . Idosos dependentes: famílias e cuidadores. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro , v. 19, n. 3, p. 861-866, Jun. 2003. Disponível em: http://www. scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102311X2003000300019&lng=en&nrm=iso . Acesso em 7 de julho de 2015.

LOPES, R. A. et al. Perfil dos cuidadores das instituições de longa permanência para idosos de Itaúna - MG. ConScientiae Saúde, São Paulo, v. 11, p. 338-344, Jun. 2012.

MATSUDO, V.K.R. Envelhecimento, atividade física e saúde. Boletim do Instituto de Saúde, São Paulo, v. 47, p.76-79, abr. 2009.

MENDONÇA, J. M. B. Instituição de Longa Permanência pra Idosos e Políticas Públicas. Revista Kairós Gerontologia, São Paulo, v. 9, n. 2, p.168-190, 2006.

NAKATANI, A. Y. K et al. Perfil dos cuidadores informais de idosos com déficit de autocuidado atendidos elo Programa de Saúde da Família. Revista Eletrônica de Enfermagem, v. 5 n. 1 p. 15–20, 2003. Disponível em http:/www.fen.ufg.br/Revista . Acesso em 14 de julho de 2015.

OLIVEIRA, J. P.; MARCOLINO, J. F.; ANDRADE, M. S. A formação do cuidador de idosos institucionalizados: ênfase na rotina de alimentação. Estud. interdiscip. envelhec. v. 16, p. 199-214, Dez. 2011.

PINTO, E. C. H. Perfil dos cuidadores de idosos em instituições de longa permanência de Bauru: conhecimento e práticas em saúde bucal. 2014. Dissertação (Mestrado em Ortodontia e Odontologia em Saúde Coletiva) - Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo, Bauru, 2014. Disponível em: http://www. teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25144/tde-13102014-153203/ . Acesso em 14 de julho de 2015.

RIBEIRO, M. T. F. et al . Perfil dos cuidadores de idosos nas instituições de longa permanência de Belo Horizonte, MG. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 13, n. 4, p. 1285-1292, Agosto 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S141381232008000400025&lng=en&nrm=iso . Acessado em 10 de julho de 2015.

ROCHA JUNIOR, P. R. et al . Efeito da capacitação dos cuidadores informais sobre a qualidade de vida de idosos com déficit de autocuidado. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 16, n. 7, p. 3131-3137, Julho 2011. Disponível em: http://www.scielo.br /scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141381232011000800013&lng=en&nrm=iso . Acesso em 7 de julho de 2015.

ROEDER, M. A . Segurança Sanitária para instituições de longa permanência para idosos. DIOESC, 3ª edição, v.1, p.271, 2014.

SALIBA, N. A. et al. Perfil de cuidadores de idosos e percepção sobre saúde bucal. Interface (Botucatu), Botucatu, v. 11, n. 21, p. 39-50, Abril 2007. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141432832007000100005&lng=en&nrm=iso . Acessado em 9 de julho de 2015.

SAMPAIO, A. M. O. et al. Cuidadores de idosos: percepção sobre o envelhecimento e sua influência sobre o ato de cuidar. Estud. pesqui. psicol., v.11, n.2, p.590-613, 2011. Disponível em: http://www.revispsi.uerj.br/v11n2/artigos/pdf/v11n2a15.pdf . Acesso em 10 de julho de 2015.

SCHRAMM, J. M. A et al. Transição epidemiológica e o estudo de carga de doença no Brasil. Ciênc. saúde coletiva. Rio de Janeiro, v. 9, n. 4, p. 897-908, 2004. Disponível em:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141381232004000400011&lng=en&nrm=iso . Acesso em 13 de julho de 2015.

SILVEIRA, T.M.; CALDAS, C.P.; CARNEIRO, T.F. Cuidando de idosos altamente dependentes na comunidade: um estudo sobre cuidadores familiares principais. Cad. Saúde Pública v. 8, p.1629-1638, 2006. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000800011 . Acesso em 10 de julho de 2015.

Publicado

2018-06-30

Número

Sección

Artigos