PINTANDO LA CARA DEL MARANATHA NAVIRAÍ- MS: INTERACCIÓN DIALOGIC ENTRE UNIVERSIDAD Y SOCIEDAD
DOI:
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2016v12n3p8-21Palabras clave:
Extensión Universitaria. Pintura de la cara. Interacción dialógica.Resumen
El objetivo de este trabajo es reflexionar sobre las acciones de extensión desarrolladas por el proyecto de extensión "Pintando la cara" UFMS en proyecto Maranatha Naviraí. La investigación cualitativa se realizó a través de encuestas y análisis de las actividades realizadas por los participantes de Maranatha. Los resultados indican que hay una buena aceptación de la "Pintura de la cara" demuestra el compromiso de los participantes en el curso de las actividades propuestas, como el teatro, cuenta cuentos, haciendo de plegado, etc. La pintura de la cara, la identidad principal del proyecto de ampliación, muestra el estado emocional de los participantes, que a menudo eligen los diseños según el sexo (niños y niñas) y la edad.
Referencias
ARCURI, I. G. (Org.). Arteterapia: um novo campo do conhecimento. São Paulo: Vector, 2004.
BENETTI, P. C.; SOUSA, A. I.; SOUZA, M. H. N. Creditação da extensão universitária nos cursos de graduação: relato de experiência. Revista Brasileira de Extensão Universitária, Chapecó, v. 6, n. 1, p. 25-32, 2015. Disponível em: <https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/RBEU/article/view/1951/pdf>. Acesso em: 20 jul. 2015.
BERNARDES, E. L. Jogos e brincadeiras tradicionais: um passeio pela história. In: CONGRESSO LUSO-BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO, 6., 2006, Uberlândia. Anais... Uberlândia: Ed. da UFU, 2006. p. 542-549. Disponível em: <http://www2.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/47ElizabethBernardes.pdf>. Acesso em: 30 jul. 2015.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado, 1988.
BRASIL. Lei nº 13.005, de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 de junho de 2014. Edição extra, p. 1-8.
BRASIL. Ministério de Educação e Cultura. LDB - Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional. Brasília: MEC, 1996.
BRASIL. Ministério de Educação e Cultura. Secretaria de Educação Superior. Edital PROEXT 2014 – MEC/SESu. Brasília: MEC, 2013. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=490&id=12243&option=com_content&view=article>. Acesso em: 05 jul. 2013.
CABRAL, A. M. F. Relatório de atividades do Sof/Etajj Cível. Laboratório de Serviço Social. Belém: UNAMA, 2002.
CALDERÓN, A. I. Extensão universitária: institucionalização sem exclusão. Revista Educação Superior, Piracicaba, v. 53, p. 36-38, 2003.
CALDERÓN, A. I.; PESSANHA, J. A. O.; SOARES, V. L. P. C. Educação superior:
construindo a extensão universitária nas IES particulares. São Paulo: Xamã, 2007.
COSTA, A.; SILVA, P. B. Extensão universitária brasileira: possibilidades, limitações e desafios. São Paulo: Nelpa, 2011.
FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRAS - FORPROEX. Política Nacional de Extensão Universitária. Porto Alegre: UFRGS, Pró-Reitoria de Extensão, 2012.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários a prática educativa. 9. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
GONÇALVES, J. P.; CORREA, A. M. Projeto “Pintando a Cara”: a extensão universitária como mecanismo de desenvolvimento humano e inclusão social. Vivências: Revista Eletrônica de Extensão da URI, Santo Ângelo, v. 11, n. 20, p. 274-281, 2015.
GONÇALVES, J. P.; CORREA, A. M.; BARBOSA, M. M. F. Extensão universitária e sua relação com a sociedade: vivências do projeto 'Pintando a Cara'. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA, 6., 2014, Belém. Anais... Belém: Ed. da UFPA, 2014. v. 1, p. 1-12.
KISHIMOTO, T. M. Jogos infantis: o jogo, a criança e a educação. 6. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.
MAGALHÃES, M. F. Maquiagem e pintura corporal: uma linguagem semiótica. 2010. 236 f. Tese (Doutorado em Estudos Linguísticos – Departamento de Letras) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2010. Disponível em: <http://www.bdtd.ndc.uff.br/tde_arquivos/23/TDE-2010-10-05T124916Z-2655/Publico/ tese%20final%20Monica%202010.pdf>. Acesso em: 15 ago. 2015.
MINAYO, M. C. S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 22. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.
PAPALIA, D. E.; OLDS, S. W.; FELDMAN, R. D. Desenvolvimento humano. 10. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2009.
ROCHA, L. A. C. Projetos interdisciplinares de extensão universitária: ações transformadoras. 2007. 84 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Braz Cubas, Programa de Pós-Graduação em Semiótica, Tecnologias de Informação e Educação, Mogi das Cruzes, SP, 2007.
SASSAKI, R. K. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Revista Ciência em Extensão

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
O/a(s) autor/a(es/s) que publicar(em) nesta revista concorda(m) com as seguintes condições:
- Os direitos morais de autoria e de integridade da obra são do/a(s) autor/a(es/s).
- Os autores concedem à RCE o direito de primeira publicação.
- Seguindo a recomendação da Unesco, os textos são publicados sob a licença Creative Commons CC BY 4.0, que “permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original”.
- Os autores podem disponibilizar a versão publicada em repositórios institucionais, páginas pessoais, redes acadêmicas e outros meios de divulgação, desde que seja indicada a publicação original na revista.
- A revista incentiva a ampla disseminação da versão publicada após a conclusão do processo editorial.
- Os termos de cessão de uso de imagem são de responsabilidade dos autores.