JARDÍNES DE PLANTAS MEDICINALES, CONDIMENTOS Y TOXICAS COMO HERRAMIENTA DE PROMOCIÓN A LA SALUD EN JARDÍN BOTÁNICO DE DIADEMA, SP, BRASIL

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2016v12n2p37-46

Palabras clave:

Educación Ambiental. Jardín Botánico. Plantas Medicinales. Plantas Culinarias. Plantas Tóxicas

Resumen

A través de la colaboración entre el Centro de Estudios Etnobotánicos y Etnofarmacológicos (CEE) de la Universidad Federal de São Paulo (UNIFESP); el Herbario del gobierno de la ciudad de São Paulo, que pertenece a la Secretaria del Verde de São Paulo, y el Jardín Botánico de Diadema, que pertenece a la Secretaria del Medio Ambiente de Diadema, este proyecto tuvo el objetivo  de proporcionar actividades de educación ambiental relacionadas a el uso racional de las Plantas Medicinales, Condimentos y Toxicas en el Jardín Botánico de Diadema. Con este fin, fueran instalados y mantenidos jardines en este espacio, además de la creación y distribución de materiales informativos (folletos y cartillas educativas) para cada grupo del jardín. Esta estructura fue destinada a las actividades de educación ambiental a el público en general, como alumnos de la red estadual de educación de Diadema, bien como alumnos de las redes municipal y privada de la ciudad.

Biografía del autor/a

  • Fernando Cassas, Universidade Federal de São Paulo

    Universidade Federal de São Paulo

    Departamento de Ciências Biológicas

    Centro de Estudos Etnobotânicos e Etnofarmacológicos

  • Débora Santos da Silva, Universidade Federal de São Paulo

    Universidade Federal de São Paulo

    Departamento de Ciências Biológicas

    Centro de Estudos Etnobotânicos e Etnofarmacológicos

  • Consuelo Barros, Universidade Federal de São Paulo

    Universidade Federal de São Paulo

    Departamento de Ciências Biológicas

    Centro de Estudos Etnobotânicos e Etnofarmacológicos

  • Natasha Ferraz de Campos Reis, Universidade Federal de São Paulo

    Universidade Federal de São Paulo

    Departamento de Ciências Biológicas

    Centro de Estudos Etnobotânicos e Etnofarmacológicos

  • Eliana Rodrigues, Universidade Federal de São Paulo

    Universidade Federal de São Paulo

    Departamento de Ciências Biológicas

    Centro de Estudos Etnobotânicos e Etnofarmacológicos

Referencias

ABREU, E. S. D. et al. Alimentação mundial: uma reflexão sobre a história. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 3-14, 2001. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0104-12902001000200002>. Acesso em: 24 set. 2015.

BATTISTI, C.; HORBACH, R. K.; GARLET, T. M. B. Espaços verdes medicinais em escolas públicas do município de Palmeira das Missões, RS. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, Santa Maria, v. 14, n. 14, p. 2823-2831, set. 2013. Disponível em: <http://cascavel.ufsm.br/revistas/ojs-2.2.2/index.php/reget/article/view/10741>. Acesso em 28 set. 2015.

BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medicamentos fitoterápicos. Brasília: ANVISA, 2015. Disponível em: <http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/Anvisa+Portal/Anvisa/Inicio/Medicamentos/Assunto+de+Interesse/Medicamentos+fitoterapicos>. Acesso em: 28 set. 2015.

LOPES, G. A. D. et al. Plantas medicinais: indicação popular de uso no tratamento de hipertensão arterial sistêmica (HAS). Revista Ciência em Extensão, São Paulo, v. 6, n. 2, p. 143-155, 2010.

MACIEL, M. A. M. et al. Plantas medicinais: a necessidade de estudos multidisciplinares. Química Nova, São Paulo, v. 25, n. 3, p. 429-438, 2002.

MATOS, M. A.; GABRIEL, J. L. C.; BICUDO, L. R. H. Projeto e construção de jardim sensorial no jardim botânico do IBB/UNESP, Botucatu/SP. Revista Ciência em Extensão, São Paulo, v. 9, n. 2, p. 141-151, 2013.

OGA, S. Fundamentos de toxicologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2003. 474 p.

OLIVEIRA, A. K. M. et al. Ethnobotany and traditional medicine of the inhabitants of the Pantanal Negro sub-region and the raizeiros of Miranda and Aquidauna, Mato Grosso do Sul, Brazil. Brazilian Journal of Biology, São Carlos, v. 71, n. 1, p. 283-289, abr. 2011. Supplement 1.

OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. Fundamentos de farmacobotânica. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 1997. 178 p.

OLIVEIRA, J. S. et.al. Oficina de plantas medicinais para vendedores informais das feiras livres de Caetité, Bahia, Brasil. Revista ELO: Diálogos em Extensão, Viçosa, v.2, n.2, p.65-70, dez. 2013.

OLIVEIRA, R. B.; GODOY, S. A. P.; COSTA, F. B. Plantas tóxicas: conhecimento para a prevenção de acidentes. Ribeirão Preto: Holos, 2003. 64 p.

PAULERT, R. et al. Utilização popular de plantas medicinais nos clubes de mães de Palotina-PR. Revista Ciência em Extensão, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 55-64, 2014.

RIGOTTI, M. et al. Conhecimento sobre a utilização das plantas medicinais em Dourados, MS. Cadernos de Agroecologia, Porto Alegre, v. 9, n. 4, p. 1-5, nov 2014. Disponível em: <http://www.aba-agroecologia.org.br/revistas/index.php/cad/article/view/16413/10333>. Acesso em: 28 set. 2015.

SCHULTES, R. E et al. Plantas de los dioses: orígenes del uso de los alicinógenos. México: Fondo de Cultura Económica, 1993. 192 p.

SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES TOXICO FARMACOLÓGICAS. SINITOX. Rio de Janeiro: 2015. Disponível em: <http://www.fiocruz.br/sinitox/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=411>. Acesso em: 28 de set. 2015.

Publicado

2016-06-21

Número

Sección

Artigos