LAS FORMAS DE ENSEÑANZA Y EXTENSIÓN EN JARDÍN BOTÁNICO DE RÍO DE JANEIRO
DOI:
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2017v13n2p141-153Palabras clave:
Jardín Botánico. Educación. Botánica. BiodiversidadResumen
El objetivo de este trabajo es dar a conocer las experiencias de enseñanza y extensión del Instituto de Investigación del Jardín Botánico de Río de Janeiro (JBRJ), relacionándolas con el contexto de las actividades de investigación que se realiza. El Jardín Botánico es una institución bicentenaria en los últimos veinte años se encuentra en expansión y conquistas. Los jardines botánicos de todo el mundo son reconocidos por la comunidad científica y por la sociedad como instituciones importantes en la conservación de plantas y en el fomento a la conciencia ambiental de la sociedad. En este sentido, a lo largo de su historia, el Jardín Botánico ha jugado un papel destacado en la formación de científicos en el campo de la botánica y de la conservación de la biodiversidad. Las actividades de extensión, tales como la formación profesional de los jóvenes y el ofrecimiento de talleres y cursos para la sociedad también han sido foco de actuación de la institución durante muchos años. Con La creación de la Escuela Nacional de Botánica Tropical (ENBT) en el año 2001, las actividades de enseñanza y extensión se formalizan y adquieren una nueva dimensión en el contexto de la institución, que integra la investigación con el propósito de conservación de la biodiversidad.
Referencias
BARROSO, G. M. A pesquisa no Jardim Botânico do Rio de Janeiro: Revivendo a história. In: RODRIGUES, J. B. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro: uma lembrança do 1o centenário – 1808-1908. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 1908. Reprodução da edição original. Rio de Janeiro: Banco Safra/ Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 1998. Edição comemorativa de 190 anos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
BEDIAGA, B. Conciliar o útil ao agradável e fazer ciência: Jardim Botânico do Rio de Janeiro 1808 a 1860. História, Ciência e Saúde, Manguinhos, v. 14, n. 4, p. 1131-1157, 2007.
BEDIAGA, B. Marcado pela própria natureza: o Imperial Instituto Fluminense de Agricultura 1860 a 1891. Rio de Janeiro: FGV, 2014.
BRASIL. Ministério da Educação. Coordenação de Pessoal de Nível Superior. Plano Nacional de Pós-Graduação PNPG 2011-2020. Brasília: CAPES, 2010. v. 1, 309 p.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Resolução Conama n° 339, de 25 de setembro de 2003. Disponível em: . Acesso em: 6 fev. 2017.
CARNEIRO, M. J.; GUEDES-BRUNI, R.; LEITE, S. P. Conhecimento científico e políticas públicas: mobilização e apropriação do saber em medidas de conservação da Mata Atlântica. Estudos Sociais e Agrícolas, Rio de Janeiro, v. 17, n. 2, p. 254-303, 2009.
CONVENTION ON BIOLOGICAL DIVERSITY. Global strategy for plant conservation. updated 2011-2020. Montreal: CBD, 2010. Disponível em::<http://www.cbd.int/gspc/>. Acesso em: 6 fev. 2017
.
FORZZA, R. C. et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil. Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson, Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.
GASPAR, C. B. Caminhos para o solar. In: HEIZER, A. (Org.). Solar da Imperatriz. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2011. p. 12-43.
INSTITUTO DE PESQUISAS JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO. Relatório de Gestão 2014. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2015.
JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO. Flora do Brasil 2020 em construção. Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/>. Acesso em: 29 ago. 2016
LAMARÃO, S. T. N.; SOUSA, L. O. G. Jardim Botânico: dois séculos de história. In: SOARES, N. P. (Coord.). Jardim Botânico do Rio de Janeiro 1808-2008. Rio de Janeiro: Artepadilha, 2008. p. 41-100.
MILLENIUM ECOSYSTEM ASSESSMENT. Ecosystems and human well-being: Biodiversity Synthesis. Washington: World Resources Institute, 2005. Disponível em: <http://www.millenniumassessment.org>. Acesso em: 6 fev. 2017.
OLIVEIRA, A. R. Ordem e natureza: a construção da paisagem. In: INSTITUTO DE PESQUISAS JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO (Org.). Jardim Botânico do Rio de Janeiro: 1808-2008. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2008.
PEIXOTO, A. L.; GUEDES-BRUNI, R. No Rio de Janeiro, um jardim botânico bicentenário. Ciência & Cultura, São Paulo, v. 62, n. 1, p. 32-35, 2010.
PEIXOTO, A. L.; MORIM, M. O Jardim Botânico construindo pontes de saberes. In: SOARES, N. P. (Coord.). Jardim Botânico do Rio de Janeiro: 1808-2008. Rio de Janeiro: Artepadilha, 2008. p. 133-158.
ROQUETTE-PINTO, E. Frei Leandro do Sacramento. Boletim do Museu Nacional, Rio de Janeiro, v. 9, p. 109-125, 1933.
WILCKEN, P. Império à deriva: a corte portuguesa no Rio de Janeiro, 1808-1821. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.
WILLIAMS, S. et al. Botanic Gardens can positively influence visitors’ environmental attitudes. Biodiversity and Conservation, London, v. 24, n. 7, p. 1609-1620, 2015.
WILLINSON, J. (Org.). Education for sustainable development: guidelines for action in Botanic Gardens. Richmond (UK): Botanic Gardens Conservation International, 2006.
WYSE JACKSON, P.; KENNEDY, K. The global strategy for plant conservation: a challenge for the international community. Trends in Ecology and Evolution, Cambridge, v. 14, p. 578-580, 2010.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Revista Ciência em Extensão

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
O/a(s) autor/a(es/s) que publicar(em) nesta revista concorda(m) com as seguintes condições:
- Os direitos morais de autoria e de integridade da obra são do/a(s) autor/a(es/s).
- Os autores concedem à RCE o direito de primeira publicação.
- Seguindo a recomendação da Unesco, os textos são publicados sob a licença Creative Commons CC BY 4.0, que “permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original”.
- Os autores podem disponibilizar a versão publicada em repositórios institucionais, páginas pessoais, redes acadêmicas e outros meios de divulgação, desde que seja indicada a publicação original na revista.
- A revista incentiva a ampla disseminação da versão publicada após a conclusão do processo editorial.
- Os termos de cessão de uso de imagem são de responsabilidade dos autores.