CONOCIMIENTOS SOBRE LEISHMANIASIS VISCERAL: SUFICIENTE PARA EL CONTROL Y PREVENCIÓN?
DOI:
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2016v12n2p47-60Palabras clave:
Leishmania. Perros. Cuestionario. ELISA. Asentamiento rural.Resumen
La leishmaniasis visceral (VL), zoonosis con una distribución en todo el mundo y responsable de millones de casos humanos cada año, tienes como agente etiológico protozoos del género Leishmania, y la transmisión se produce a través de la picadura de flebótomos. Los cambios en el medio ambiente, como la deforestación, la expansión de las zonas urbanas a los bordes del bosque, entre otros, ha llevado a la urbanización de esta enfermedad y la falta de conocimiento pueden aumentar el riesgo de infección humana. El objetivo de este estudio fue: i) evaluar el conocimiento de las familias establecidas en el asentamiento rural “Estrela da Ilha” de Ilha Solteira/SP acerca de VL, ii) realizar el diagnóstico de la leishmaniasis visceral canina (CVL) en perros de estas familias y, iii) someter los resultados a análisis de dependencia utilizando la prueba chi-cuadrado y la prueba exacta de Fischer (p?0.05), para ver si ese conocimiento es suficiente para el control y prevención de esta zoonosis en un entorno rural. Se entrevistó 39 familias mediante cuestionario y muestras de sangre fueron recogidas de 93 perros sometidos a inmunoensayo enzimático (ELISA), para detección de anticuerpos anti-Leishmania. La presencia de perros com CVL fue 25.80% (24/93), donde 46.15% (18/39) de las familias eran proprietários de perros infectados. A través de la análisis de Fischer se observo dependencia entre las variables “perros de familias, con CVL” versus “actitudes de las familias mediante de un caso sospecho de CVL” (p = 0.0076) y acerca de “como la población puede contribuir al control de CVL” (p = 0.0457). En ambas evaluaciones el mayor porcentaje de familias que sabía responder acerca de cómo proceder, pero no fueron suficientes para reducir el número de perros infectados en sus hogares. La variable “perros de familias, con CVL” también dependía en relación con la falta de conocimiento de las familias acerca de “horario de alimentación del vector” (p = 0.0312). Se concluye que las familias rurales de este estudio presentan conocimiento fragmentado sobre la enfermedad, dando lugar a prácticas ineficientes como medida profiláctica de CVL. Por lo tanto, la falta de acción conjunta (conocimientos y medidas preventivas básicas) puede aumentar las posibilidades de casos de leishmaniasis en humanos y perros en esta zona rural.Referencias
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