NOTIFICACIONES ESPONTÁNEAS DE ACONTECIMIENTOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS HOSPITALÁRIOS: ESTUDIO PILOTO

Autores/as

  • Tais Orlandin Dias de Aguiar Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual Paulista "Júlio de MEsquita Filho"
  • Helaine Carneiro Capucho Farmacêutica da Diretoria de Atenção à Saúde da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares do Ministério da Educação
  • Fabiana Rossi Varallo Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual Paulista "Júlio de MEsquita Filho"
  • Patricia de Carvalho Mastroianni Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual Paulista "Júlio de MEsquita Filho"

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2015v11n1p46-61

Palabras clave:

Administración de la seguridad. Vigilancia de productos comercializados. Sistemas de registro de reacción adversa a medicamentos. Farmacovigilancia. Utilización de medicamentos.

Resumen

INTRODUCCIÓN: La vigilancia poscomercialización de medicamentos tiene como objetivo la detección de problemas de seguridad, efectividad y cualidad. La identificación de acontecimientos adversos a medicamentos (AAM) se realiza, principalmente, por las notificaciones espontáneas de profesionales de la salud. Este método permite la comunicación de riesgos en farmacovigiláncia y contribuye para la reglamentación del mercado. OBJETIVO: Estimar la prevalencia de reacciones adversas a medicamentos (RAM) y las sospechas de inefectividad terapéutica (IT) notificadas por los profesionales de la salud; verificar los fármacos y el tipo de medicamento envueltos; la gravedad; causalidad, el mecanismo de producción y las manifestaciones clínicas de los acontecimientos. METODOLOGÍA: Se ha realizado, en 2008, un Estudio transversal en un hospital de público de enseñanza , integrante de la Red de Hospitales CentinelasLa gravedad de las RAM fue clasificada según la intensidad (leve, moderada, grave y fatal); los medicamentos asociados a los AAM fueron categorizados según el tipo (similar o de marca); el grado de causalidad fue imputado con el algoritmo de Naranjo y el mecanismo de ocurrencia de las RAM fue evaluado según la definición de Rawlins y Thompson (A y B). RESULTADOS: Durante el período del estudio hubo 103 notificaciones, de las cuales 39 eran de IT y 64 de RAM. Los enfermeros fueran los principales notificantes (53,4%). La mayoría de las RAM fueron del tipo A (82,8%), leves (81,3%) de causalidad posible (57,8%) y relacionadas con los fármacos de referencia (20/35). La inmunoglobulina humana, docetaxel y paclitaxel estaban comúnmente asociados con RAM. Las IT se asociaron al uso de medicamentos similares (26/29), especialmente midazolam y ganciclovir. CONCLUSIONES: Los resultados de las notificaciones contribuyeron para la propuesta de rastreadores de seguimiento de seguridad de medicamentos. Además, permitió la calificación de proveedores de medicamentos en el hospital.

Referencias

ALEXOPOULOU, A.; DOURAKIS, S. P.; MANTZOUKIS, D.; PITSARIOTIS, T.; KANDYLI, A.; DEUTSCH, M.; ARCHIMANDRITIS, A. J. Adverse drug reactions as a cause of hospital admissions: A 6-month experience in a single center in Greece. European Journal of Internal Medicine, v. 19, p. 505-510, 2008.

ARULMANI, R.; RAJENDRAN, S. D.; SURESH, B. Adverse drug reaction monitoring in a secondary care hospital in South India. British Journal of Clinical Pharmacology, Oxford, v. 65, n. 2, p. 210-216, 2007.

BEIJER, H. J. M.; BLAEY, C. J. Hospitalisations caused by adverse drug reactions (ADR): a meta-analysis of observational studies. Pharmacy world & science, Heidelberg, v. 24, n. 2, p. 46-54, 2002.

BEZERRA, A. L. Q.; SILVA, A. E. B. C.; BRANQUINHO, N. C. S. S.; PARANAGUÁ, T. T. B. Análise de queixas técnicas e eventos adversos notificados em um hospital sentinela. Revista Enfermagem UERJ, Rio de Janeiro, v. 17, n. 4, p. 467-72, 2009.

BITAR, O. J. N. Indicadores de quantidade qualidade e quantidade em saúde. Revista de Administração em Saúde, São Paulo, v. 3, n. 12, p. 21-28, jul./set. 2001.

BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Glossário. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/Anvisa+Portal/Anvisa/Pos+-+Comercializacao+-+Pos+-+Uso/Farmacovigilancia/Assunto+de+Interesse/Glossario. Acesso em: 12 abr. 2012a.

BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada n. 137, de 29 de maio de 2003. Autoriza, apenas, o registro/renovação de registro de medicamentos pertencentes às classes/ princípios ativos, só se as bulas e embalagens contiverem a advertência pertinente. Diário Oficial da União, 22 set. 2003.

BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Sistema Nacional de Notificação e Investigação em Vigilância Sanitária: Relatório Geral: período: janeiro a dezembro/2008. Disponível em: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:TGcPRzYJDUkJ:www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/relatorios/relatorio_geral_%2520agrupado_ea_qti_intoxicacoes_dezembro.ppt+&cd=6&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br. Acesso em: 12 abr. 2012b.

BRASIL. Ministério da Saúde. Lei n. 8.666, de 21 de junho 1993. Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 06 jul. 1994.

BRASIL. Ministério da Saúde. Lei n. 9.787, de 10 de fevereiro de 1999. Dispõe sobre a vigilância sanitária, estabelece o medicamento genérico, dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em produtos farmacêuticos e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 11 fev. 1999.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n. 529, de 01 de abril de 2013. Diário Oficial da União, Brasília, 02 de abril de 2013.

CAPUCHO, H. C.; MASTROIANNI, P. C.; CUFFINI, S. Farmacovigilância no Brasil: a relação entre polimorfismo de fármacos, efetividade e segurança dos medicamentos. Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada, Araraquara, v. 29, n. 3, p. 277-283, 2008.

CLASSEN, D. C.; PESTOTNIK, S. L.; EVANS, R. S.; LLOYD, J. F.; BURKE, J. P. Adverse drug events in hospitalized patients: excess length of stay, extra costs, and attributable mortality. JAMA, Chicago, v. 277, n. 4, p. 301-306, 1997.

COÊLHO, H. L.; ARRAIS, P. S. D; GOMES, A. P. Sistema de Farmacovigilância do Ceará: um ano de experiência 1999. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 15, n. 3, p. 631-640, 1999.

FRANKLIN, B. D.; BIRCH, S.; SAVAGE, I.; WONG, I.; WOLOSHYNOWYCH, M.; JACKLIN, A.; BARBER, N.. Methodological variability in detecting prescribing errors and consequences for the evaluation of interventions. Pharmacoepidemiology and Drug Safety, v. 18, n. 11, p. 992-999, 2009.

HERDEIRO, M. T.; FIGUEIRAS, A.; POLÓNIA, J.; GESTAL-OTERO, J. J. Physicians' attitudes and adverse drug reaction reporting: a case-control study in Portugal. Drug Safety, Auckland, v. 28, n. 9, p. 825-833, 2005.

LAZAROU, J.; POMERANZ, B. H.; COREY, P. N. Incidence of adverse drug reactions in hospitalized patients: a meta-analysis of prospective studies. JAMA, Chicago, v. 279, n.15, p. 1200-1205, 1998.

MASTROIANNI, P. C.; LUCCHETTA, R. C. Regulamentação sanitária de medicamentos. Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada, Araraquara, v. 32, n. 1, p. 127-132, 2011.

MASTROIANNI, P. C.; VARALLO, F. R.; BARG, M. S.; NOTO, A. R.; GALDURÓZ, J. C. F. Contribuição do uso de medicamentos para admissão hospitalar. Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences, São Paulo, v. 45, n. 1, p. 163-170, 2009.

MOORE, N.; LECOINTRE, D.; NOBLET, C.; MABILLE, M. Frequency and cost of serious adverse drug reactions in a department general medicine. British Journal of Clinical Pharmacology, v. 45, p. 301–308, 1998.

NARANJO, C. A.; BUSTO, U.; SELLERS, E. M.; SANDOR, P.; RUIZ, I.; ROBERTS, E. A.; JANECEK, E.; DOMECQ, C.; GREENBLATT, D. J. A method for estimating the probability of adverse drug reactions. Clinical Pharmacology & Therapeutics, v. 30, n. 2, p. 239-245, 1981.

NICHOLS, V.; THÉRIAULT-DUHÉ, I.; TOUZIN, J.; DELISLE, J. F.; LEBEL, D.; BUSSIÈRES, J. F.; BAILEY, B.; COLLIN, J. Risk perception and reasons for noncompliance in pharmacovigilance: a qualitative study conducted in Canada. Drug Safety, Auckland, v. 32, p. 579-590, 2009.

RAWLINS, M. D. Clinical pharmacology: adverse reactions to drugs. British Medical Journal, v. 282, p. 974-976, 1981.

ROZICH, J. D.; HARADEN, C. R.; RESAR, R. K. Adverse drug event trigger tool: a practical methodology for measuring medication related harm. Quality & Safety Health Care, v. 12, p. 194–200, 2003.

SU, C.; JI, H.; SU, Y. Hospital pharmacists’ knowledge and opinions regarding adverse drug reaction reporting in Northern China. Pharmacoepidemiology and Drug Safety, v. 19, n. 3, p. 217–222, 2010.

VARALLO, F. R.; COSTA, M. A.; MASTROIANNI, P. C. Potenciais interações medicamentosas responsáveis por internações hospitalares. Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada, Araraquara, v. 34, n. 1, p. 79-85, 2013.

VARALLO, F. R.; LIMA, M. F. R.; GALDURÓZ, J. C. F.; MASTROIANNI, P. C. Adverse drug reaction as cause of hospital admission of elderly people: a pilot study. Latin American Journal of Pharmacy, Buenos Aires, v. 30, n. 2, p. 347-353, 2011.

VESSAL, G.; MARDANI, Z.; MOLLAI, M. Knowledge, attitudes, and perceptions of pharmacists to adverse drug reaction reporting in Iran. Pharmacy world & science, Heidelberg, v. 31, n. 183-187, 2009.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. UPPSALA MONITORING CENTRE (WHO-UMC). Safety monitoring of medicinal products: guidelines for setting up and running a pharmacovigilance centre. Uppsala: WHO, 2000.

Publicado

2015-04-29

Número

Sección

Artigos