ACCESS, SECURITY AND USE OF DRUGS BY POPULATION

Authors

  • Patrícia de Carvalho Mastroianni Faculdade de Ciências Farmacêuticas
  • Raul Vasconcelos Andrade Faculdade de Ciências Farmacêuticas
  • Jose Carlos Fernandez Galduroz UNIFESP
  • Adalberto Farache Filho Faculdade de Ciências Farmacêuticas

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2012v8n2p6-24

Keywords:

Pharmaceutical Assistance. Family Health Program. Drug Utilization. Drug Storage

Abstract

The present study aims to identify families who have stock and are making use of medications, as well as assess the conditions of storage, security and use of these drugs. The study was conducted in a city of São Paulo, the interviews were conducted in households enrolled in one of ten units of the Estratégia de Saúde da Família (ESF) that the city provides and the sample was defined by means of stratified random sampling (134 1 Professora assistente doutora do Departamento de Fármacos e Medicamentos da Faculdade de Ciências Farmacêuticas – UNESP. 2 Aluno de graduação da Faculdade de Ciências Farmacêuticas – UNESP. 3 Professor Adjunto Doutor do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo. 4 Professor assistente doutor do Departamento de Ciências Biológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas – UNESP. 7 MASTROIANNI, P. C.; ANDRADE, R. V.; GALDUROZ, J. C. F.; FARACHE FILHO, A. Acesso, segurança e uso de medicamentos por usuários. Rev. Ciênc. Ext. v.8, n.2, p.6-24, 2012. households, IC 95%). Data collection was conducted through interviews with a semistructured questionnaire during the first half of 2011. We interviewed 118 (88.0%) households, of which 112 (95.0%) had medications that were stored n insecure or inadequate places in 75.4% of households, non-prescription self-medication was a common practice in 46 (47 4%) households, and lack of identification and security of medications stored was observed in 60 (53.6%) households. Most households had stock of medicines, which were done improperly or unsecure, or have specialties with lack of identification and security, which can lead to poisoning or e ineffective therapy. The Pharmaceutical Assistance under SUS lacks social initiatives, with actions directed for medications users, which can be supplied by the presence of the pharmacist in the ESF, essential for the promotion of racional use of medicines, that, through the Pharmaceutical Care, can identify, correct and prevent possible problems related to drugs.

References

ABRANTES, M. P. et al. Avaliação da qualidade das prescrições de antimicrobianos

dispensadas em unidades públicas de saúde de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil,

Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 23, n. 1, p. 95-104, jan. 2007.

ANDRADE, M. A.; SILVA, M. V. S.; FREITAS, O. Assistência farmacêutica como

estratégia para o uso racional de medicamentos e idosos. Semina: Ciências Biológicas e

da Saúde, Londrina, v. 25, n. 1, p. 55-64, 2004. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/

uel/index.php/seminabio/article/view/3626>. Acesso em: 25 maio 2011.

ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília, DF, 26 jan. 1999. Disponível

em: <http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/agencia>. Acesso em: 17 jun.

AQUINO, D. S. Por que o uso racional de medicamentos deve ser uma prioridade?

Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 13, n. 0, p. 733-736, 2008. Disponível em:

<http://www.scielosp.org/scielo.php?pid=S1413-

&script=sci_abstract>. Acesso em: 30 maio 2011.

ARRAIS, P. S. D. et al. Perfil da automedicação no Brasil. Revista de Saúde Pública,

São Paulo, v. 31, n. 1, p. 71-77, 1997.

BESEN, C. B., NETO, M.S., DA ROS, M.A, SILVA, F.W., SILVA, G.C., PIRES, M.F. A

estratégia saúde da família como objeto de educação em saúde. Saúde e Sociedade,

São Paulo, v. 16, n. 1, p. 57-68, jan./abr. 2007.

BRASIL. Constituição Federal (Vigente) n° 1988. Constituição da República Federativa do

Brasil. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 5 out. 1988. Disponível em:

<http://br.vlex.com/vid/constitui-vigente-federativa-brasil34289693?ix_resultado=7.0&query%5Bbuscable_id%5D=2080&query%5Bbuscable_type

MASTROIANNI, P. C.; ANDRADE, R. V.; GALDUROZ, J. C. F.; FARACHE FILHO, A. Acesso, segurança e

uso de medicamentos por usuários. Rev. Ciênc. Ext. v.8, n.2, p.6-24, 2012.

%5D=Fuente&query%5Bfilters_order%5D=source&query%5Btextolibre%5D=constituicao+

federal>. Acesso em: 28 jul. 2011.

BRASIL. Lei n° 8.080. Dispõe sobre as condições para a formação, proteção e

recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes.

Diário Oficial da União, Brasília, DF, 20 set. 1990.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Coordenação de Saúde

da Comunidade. Saúde da família: uma estratégia para a reorientação do modelo

assistencial. Brasília, DF, 1997. Disponível em:

<http://portal.saude.gov.br/portal/saude/cidadao/area.cfm?id_area=149>. Acesso em: 10

jul. 2011.

BRASIL. Portaria n° 3.916. Aprova a Política Nacional de Medicamentos. Diário Oficial

da União, Brasília, DF, 10 nov. 1998.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Câmara de

Regulação do Mercado de Medicamentos. 2003. Disponível em:

<http://alice.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=1&menu=983>.

Acesso em: 15 ago. 2011.

BORTOLON, C. P.; KARNIKOWSKI, M. G. O.; ASSIS, M. Automedicação versus

indicação farmacêutica: o profissional de farmácia na atenção primária à saúde do idoso.

Revista APS, v. 10, n. 2, p. 200-209, jul./dez. 2007.

BUENO, C. S.; WEBER, D.; OLIVEIRA, K. R. Farmácia caseira e descarte de

medicamentos no bairro Luiz Fogliatto do município de Ijuí – RS. Revista de Ciências

Farmacêuticas Básicas e Aplicadas, Araraquara, v. 30, n. 2, p. 75-82, 2009.

CANABARRO, I. S.; HAHN, S. Panorama da Assistência Farmacêutica na Saúde da

Família em município do interior do Estado do Rio Grande do Sul. Epidemiologia e

Serviços de Saúde, Brasília, DF, v. 18, n. 4, p. 345-355, out./dez. 2009.

CERQUEIRA, G. S. et al. Perfil da automedicação em acadêmicos de enfermagem na

Cidade de João Pessoa. Conceitos, p. 123-126, jul. 2004/jul. 2005.

COIMBRA, J. A. H.; CASSIANI, S. H. de B. Segurança na utilização de medicamentos:

dificuldades de detecção dos erros de medicação e algumas propostas de prevenção.

Ciência, Cuidado e Saúde, Maringá, v. 3, n. 2, p. 153-160, maio/ago. 2004. Disponível

em: <http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/CiencCuidSaude/article/viewFile/5419/3473>.

Acesso em: 17 jul. 2011.

GIL, E. S. et al. Controle físico-químico de qualidade de medicamentos. Campo

Grande: Uniderp, 2005. p. 287-292.

MASTROIANNI, P. C.; ANDRADE, R. V.; GALDUROZ, J. C. F.; FARACHE FILHO, A. Acesso, segurança e

uso de medicamentos por usuários. Rev. Ciênc. Ext. v.8, n.2, p.6-24, 2012.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). IBGE Cidades.

Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1>. Acesso em:

jun. 2011.

JOHNSON, J. A.; BOOTMAN, J. L. Drug - related morbidity and mortality. A cost-of-illness

model. Archives of Internal Medicine, v. 155, p. 1949-1956, 1995.

MALHOTRA, S.; JAIN, S.; PANDHI, P. Drug – related visits to the medical emergency

department: a prospective study from India. International Journal of Clinical

Pharmacology and Therapeutics, v. 39, p. 12-18, 2001.

MARGONATO, F. B.; THOMSON, Z.; PAOLIELLO, M. M. B. Determinantes nas

intoxicações medicamentosas agudas na zona urbana de um município do Sul do Brasil.

Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, n. 2, p. 333-341, fev. 2008.

MARIN, M. J. S. et al. Caracterização do uso de medicamentos entre idosos de uma

unidade do Programa de saúde da Família. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro,

v. 24, n. 7, p. 1545-1555, jul. 2008.

MASTROIANNI, P .C. et al. Estoque doméstico e uso de medicamentos em uma

população cadastrada na estratégia de saúde da família no Brasil. Revista

Panamericana de Salud Publica, Washington, v. 29, n. 5, p. 358-364, 2011.

MATOS, G. C.; ROZENFELD, S.; BORTOLETTO, M. E., Intoxicações medicamentosas

em crianças menores de cinco anos. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil,

Recife, v. 2, n. 2, p. 167-176, maio/ago. 2002.

MONSEGUI, G. B. G. et al. Avaliação da qualidade do uso de medicamentos em idosos.

Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 33, n. 5, p. 437-444, 1999. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&pid=S0034-

&lng=en&nrm=iso&tlng=pt>. Acesso em: 25 maio 2011.

MORAES, J. A medicina doente. Isto É, São Paulo, ano 15, n. 5, p. 48-58, maio 2001.

MORRIS, C. J. et al. Preventing dru-related morbidity – determining valid indicators. Int.

Journal for Quality in Health Care, v. 14, n. 3, p. 183-198, 2002. Disponível em:

<http://intqhc.oxfordjournals.org/content/14/3/183.full.pdf+html>. Acesso em: 10 jun. 2011.

NASCIMENTO, C. M. Drugs, communication and culture. Ciência & Saúde Coletiva, Rio

de Janeiro, v. 10, supl. 0, set./dez. 2005.

OGAWA, A. I. et al. Estudo comparativo sobre a automedicação em estudantes do

segundo ano de enfermagem e medicina e moradores do bairro de Vila Nova. Espaço

para a Saúde, Londrina, v. 3, n. 2, 2002. Disponível em:

<http://www.ccs.uel.br/espacoparasaude/v3n2/automedicacao>. Acesso em: 7 ago. 2011.

MASTROIANNI, P. C.; ANDRADE, R. V.; GALDUROZ, J. C. F.; FARACHE FILHO, A. Acesso, segurança e

uso de medicamentos por usuários. Rev. Ciênc. Ext. v.8, n.2, p.6-24, 2012.

OLIVEIRA, E. A.; LABRA M. E.; BERMUDEZ, J. A produção pública de medicamentos no

Brasil: uma visão geral. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 22, n. 11, p.

-2389, 2006.

ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Atenção farmacêutica no Brasil:

trilhando caminhos – relatório 2001 – 2002. Brasília, DF, 2002. Disponível em:

<http://www.opas.org.br/medicamentos/temas_documentos_detalhe.cfm?id=43&iddoc=24

>. Acesso em: 7 ago. 2011.

ORGANIZACIÓN MUNDIAL DE LA SALUD. Perspectivas políticas sobre

medicamentos de La OMS. Promoción del uso racional de medicamentos: componentes

centrales. n. 5. Ginebra, 2002. Disponível em:

<http://www.who.int/medicinedocs/collect/medicinedocs/pdf/s4874s/s4874s.pdf>. Acesso

em: 25 maio 2011.

PORTELA, A. S. et al. Políticas públicas de medicamentos: trajetórias e desafios. Revista

de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada, Araraquara, v. 31, n. 1, p. 9-14, 2010.

RIBEIRO, M. E. As várias abordagens da família no cenário do programa/estratégia de

saúde da família (PSF). Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.

, n. 4, jul./ago. 2004. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-

&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 10 jun. 2011.

ROUGHEAD, E. E. et al. Drug related hospital admissions: a review of Australian studies

publishied 1999-1996. Medical Journal of Australia, v. 168, p. 405-408, 1998.

SCHENKEL, E. P.; FERNÉNDES, L. C.; MENGUE, S. S. Como são armazenados os

medicamentos nos domicílios? Acta Farmaceutica Bonaerense, Buenos Aires, v. 24, n.

, p. 266-270, 2004.

SERAFIM, P. O. P. et al. Qualidade dos medicamentos contendo dipirona encontrados

nas residências de Araraquara e sua relação com a atenção farmacêutica. Revista

Brasileira de Ciências Farmacêuticas, São Paulo, v. 43, n. 1, p. 127-135, jan./mar.

SINITOX – Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas. Estatística anual

de casos de intoxicação de medicamentos e envenenamento: Brasil, 2009. Rio de

Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz: Centro de Informação Científica e Tecnológica, 2009.

Disponível em: <http://www.fiocruz.br/sinitox_novo/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=349>.

Acessado em: 10 jun. 2011.

SOUZA, H. W. O.; SILVA, J. L.; NETO, S. M., A importância do profissional farmacêutico

no combate à automedicação no Brasil. Revista Eletrônica de Farmácia, v. 5, n. 1, 67-

, 2008.

MASTROIANNI, P. C.; ANDRADE, R. V.; GALDUROZ, J. C. F.; FARACHE FILHO, A. Acesso, segurança e

uso de medicamentos por usuários. Rev. Ciênc. Ext. v.8, n.2, p.6-24, 2012.

VARALLO, F. R. et al. Adverse drug reaction as cause of hospital admission of elderly

people: a pilot study. Latin America Journal of Pharmacy, v. 30, n. 2, p. 347-353, 2011.

VILARINO, J. F. et al. Perfil da automedicação em município do Sul do Brasil. Revista de

Saúde Pública, São Paulo, v. 32, n. 1, p. 43-49, 1998.

WELLS, J. Pré formulação farmacêutica. In: AULTON, M. E. Delineamento de formas

farmacêuticas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.

Published

2012-08-22

Issue

Section

Artigos