EXPERIENCES OF GROUP DYNAMICS IN A UNIVERSITY PSYCHOLOGICAL CLINIC
DOI:
https://doi.org/10.23901/1679-4605.2018v14n1p154-165Keywords:
University Extension. Clinical Psychology. Group Dynamic. Prevention and Health Promotion.Abstract
The present experience report aims to present and discuss practical experiences coming from an extension project that offers the device of open groups to any interested person, without the need for prior scheduling, that happens in the psychological university clinic of the State University of Londrina. Among all the activities related to this project, emphasis will be given to the work done with the adult population. Prior to this, it is hoped to discuss the implementation of this project, its intervention strategies - including the realization of diverse group dynamics (presentation, reflective, motivational, recreational, relaxation, etc.), as well as its effects on the public served. It is pointed out, therefore, that this project began as a service aimed only at people who were on the waiting list for individual psychotherapy, and later expanded its scope due to the increasing demand, arriving at the current format of openness to the whole community, to reduce the rate of evasion on the waiting list and, on the other hand, to promote mental health for the community as a whole. In addition, discussions are held about the role and potential of waiting-room groups, reflecting on the importance of creating new strategies for prevention and health promotion. It should be noted that the dynamics groups contributed to increase the population's access to the Psychological Clinic of UEL and to diversify the proposals not only for treatment but also for health prevention, fostering the social role of psychological university clinics.References
BOECKEL, M. G. et al. O papel do serviço-escola na consolidação do projeto pedagógico do curso de Psicologia. Psicologia: Ensino & Formação, Brasília, v. 1, n. 1, p. 41-52, abr. 2010. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2177-20612010000100005&lng=pt&nrm=iso. Acesso em 05 abr. 2016.
CARDOSO, A. M.; MUNHOZ, M. L. P. Grupo de espera na clínica-escola: intervenção em arteterapia. Revista da SPAGESP, Ribeirão Preto, v. 14, n. 1, p. 43-54, 2013. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-29702013000100006&lng=pt&nrm=iso. Acesso em 01 set. 2016.
CINTRA, M. E. R.; MACUL, P. G. S. Uma experiência de Arteterapia aplicada em na sala de espera de um Centro de Acolhimento para Refugiados. Psicologia para América Latina, México, n. 5, fev. 2006. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1870-350X2006000100016&lng=pt&nrm=iso. Acesso em 01 set. 2016.
GUERRELHAS, F. F.; SILVARES, E. F. M. Grupos de espera recreativos: proposta para diminuir o índice de evasão em clínica-escola de psicologia. Temas em Psicologia, Ribeirão Preto, v. 8, n. 3, p. 313-321, dez. 2000. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-389X2000000300009&lng=pt&nrm=iso. Acesso em 06 abr. 2016.
GUERRELHAS, F.; BUENO, M.; SILVARES, E. F. M. Grupo de ludoterapia comportamental X Grupo de espera recreativo infantil. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, São Paulo, v. 2, n. 2, p. 157-169, dez. 2000. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-55452000000200006&lng=pt&nrm=iso. Acesso em 05 abr. 2016.
LÖHR, S. S. et al. Prevenção e promoção da saúde: um desafio na formação de psicólogo. Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente, Lisboa, v. 4, n. 2, p. 2015-222, 2013.
MARTURANO, E. M.; SILVARES, E. F. M.; OLIVEIRA, M. S. Serviços-escola de psicologia: seu lugar no circuito de permuta do conhecimento. Temas em psicologia, Ribeirão Preto, v. 22, n. 2, p. 457-470, dez. 2014. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-389X2014000200016&lng=pt&nrm=iso. Acesso em 01 set. 2016.
http://dx.doi.org/10.9788/TP2014.2-15.
MILAGRE, I. M. S.; DIAS, A. G. Abandono do tratamento psicológico na clínica-escola do UNIPAM: reflexões institucionais. Perquirere, v. 9, n. 1, p. 55-69, 2012. Disponível em http://perquirere.unipam.edu.br/documents/23456/55708/abandono.pdf. Acesso em 01 set. 2016.
PERES, R. S.; SANTOS, M. A.; COELHO, H. M. B. Atendimento psicológico a estudantes universitários: considerações acerca de uma experiência em clínica-escola. Estudos de psicologia, Campinas, v. 20, n. 3, p. 47-57, Dez. 2003. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-166X2003000300004&lng=en&nrm=iso. Acesso em 05 Abr. 2016.http://dx.doi.org/10.1590/S0103-166X2003000300004.
PERES, V. L. A. Triagem psicológica grupal: procedimento e resultados obtidos com lista de espera de crianças, adolescentes e adultos, em uma clínica-escola de psicologia. Paidéia, Ribeirão Preto, n. 12-13, p. 63-76, Ago. 1997. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-863X1997000100006&lng=en&nrm=iso. Acesso em 05 Abr. 2016. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-863X1997000100006.
SILVA, R. C. Metodologias Participativas para trabalhos de Promoção de Saúde e Cidadania. São Paulo: Vetor Editora, 2002.
TEIXEIRA, E. R.; VELOSO, R. C. O grupo em sala de espera: território de práticas e representações em saúde. Texto contexto - enfermagem, Florianópolis, v. 15, n. 2, p. 320-325, Junho 2006. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072006000200017&lng=en&nrm=iso. Acesso em 29 mai. 2016. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-07072006000200017.
VERÍSSIMO, D. S.; VALLE, E. R. M. Grupos de sala de espera no apoio ao paciente somático. Revista da SPAGESP, v. 6, 28-36, 2005. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rspagesp/v6n2/v6n2a04.pdf. Acesso em 30 ago. 2016.
YALOM, I.; LESZCZ, M. Psicoterapia de grupo: teoria e prática. Porto Alegre: Artmed, 2006.
ZIMERMAN, D. E. Fundamentos básicos das grupoterapias. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2021 Revista Ciência em Extensão

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
O/a(s) autor/a(es/s) que publicar(em) nesta revista concorda(m) com as seguintes condições:
- Os direitos morais de autoria e de integridade da obra são do/a(s) autor/a(es/s).
- Os autores concedem à RCE o direito de primeira publicação.
- Seguindo a recomendação da Unesco, os textos são publicados sob a licença Creative Commons CC BY 4.0, que “permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original”.
- Os autores podem disponibilizar a versão publicada em repositórios institucionais, páginas pessoais, redes acadêmicas e outros meios de divulgação, desde que seja indicada a publicação original na revista.
- A revista incentiva a ampla disseminação da versão publicada após a conclusão do processo editorial.
- Os termos de cessão de uso de imagem são de responsabilidade dos autores.