THE KNOWLEDGE ABOUT VISCERAL LEISHMANIASIS: ENOUGH TO THE CONTROL AND PREVENTION?

Authors

  • Silvana Cassia Paulan Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Araçatuba, SP, Brasil.
  • Diogo Tiago Silva Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Ilha Solteira, SP, Brasil.
  • Aline Gouveia de Souza Lins Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Ilha Solteira, SP, Brasil.
  • Flavia Luna Lima
  • Michely Silva Tenório Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Botucatu, SP, Brasil.
  • Karen Ingrid Tasca Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Botucatu, SP, Brasil.
  • Alan Rodrigo Panosso Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Ilha Solteira, SP, Brasil
  • Wilma Aparecida Starke-Buzetti Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Ilha Solteira, SP, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2016v12n2p47-60

Keywords:

Leishmania. Dogs. Questionnaire. ELISA. Rural settlement

Abstract

Visceral leishmaniasis (VL), a zoonosis with cosmopolitan distribution responsible for millions of cases in humans every year, has the etiological agent protozoans of the genus Leishmania, which the transmission occurs through the bite of sandflies (phlebotomines). Changes in the environment such as deforestation, expansion of urban areas to edges of woods has led to the urbanization of the parasite and the increases of the risk for human infection. The aim of this study was: i) evaluate the knowledge of established families in the rural settlement "Estrela da Ilha" of Ilha Solteira, SP about LV, ii) diagnosis for canine visceral leishmaniasis (CVL) in dogs of these families and, iii) dependency analysis by Chi-squared test and  Fischer exact test (p ? 0.05), to know if such knowledge is sufficient for the control and prevention of this zoonosis in the rural environment. For this study, 39 families were interviewed through a questionnaire and blood samples of 93 dogs were collected and submitted to an indirect enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA) for detection of anti-Leishmania antibodies. 25.8% (24/93) of dogs were positive to CVL and 46.15% (18/39) of the families own these infected dogs. Fischer's analysis showed dependence between the variables "dogs of the families with LVC" versus "attitudes of families faced with a suspected case of LVC" (p = 0.0076) and on "how the population may contribute to the control of the CVL" (p = 0.0457). In both evaluations, the highest percentage of families knew the answer how to proceed, but this knowledge was  not sufficient to reduce the number of infected dogs in their homes. The variable "dogs of the families with LVC" was also dependent in relation to the lack of knowledge of the families on the "vector" feeding period (p = 0.0312). It is concluded that the rural families of this study present fragmented knowledge about the disease, resulting in inefficient practices as a prophylactic measure of LVC. Thus, the lack of joint action, such as (knowledge and basic preventive measures) can increase the risk of cases of leishmaniasis in humans and dogs in this rural area.

Author Biographies

  • Silvana Cassia Paulan, Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Araçatuba, SP, Brasil.
    Departamento de Apoio, Produção e Saúde Animal,
  • Diogo Tiago Silva, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Ilha Solteira, SP, Brasil.

    Departamento de Biologia e Zootecnia

  • Aline Gouveia de Souza Lins, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Ilha Solteira, SP, Brasil.
    Departamento de Biologia e Zootecnia
  • Flavia Luna Lima

    Bióloga, Serviço Social da Indústria de São Paulo, SESI, São Paulo, SP, Brasil.

  • Michely Silva Tenório, Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Botucatu, SP, Brasil.
    Departamento de Microbiologia e Imunologia
  • Karen Ingrid Tasca, Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Botucatu, SP, Brasil.
    Departamento de Doenças Tropicais
  • Alan Rodrigo Panosso, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Ilha Solteira, SP, Brasil
    Departamento de Matemática
  • Wilma Aparecida Starke-Buzetti, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Ilha Solteira, SP, Brasil.
    Departamento de Biologia e Zootecnia

References

ALEXANDER, B. et al. Role of the domestic chicken (Gallus gallus) in the epidemiology of urban visceral leishmaniasis in Brazil. Emerging Infectious Diseases, Atlanta, v. 8, n. 12, p. 1480-1485, 2002.

BATES, P. A. Transmission of Leishmania metacyclic promastigotes by phlebotomine sand flies. International Journal of Parasitology, Oxford, v. 37, n. 10, p. 1097-1106, 2007.

BORASCHI, C. S. S.; PERRI, S. H. V.; NUNES, C. M. Leishmaniose visceral: o que a população de Três Lagoas, MS, Brasil sabe sobre esta enfermidade? Veterinária e Zootecnia, Botucatu, v. 15, n. 3, p. 478-485, 2008.

BORGES, B. K. A. et al. Avaliação do nível de conhecimento e de atitudes preventivas da população sobre a leishmaniose visceral em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, n. 4, p. 777-784, 2008.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 6. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. 816 p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de vigilância e controle da leishmaniose visceral. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.120 p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Manual de vigilância e controle da leishmaniose visceral. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 120 p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Vigilância em Saúde. Manual de recomendações para diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes com a coinfecção Leishmania-HIV. Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 106 p.

CAMARGO, B. V.; BÁRBARA, A. Efeitos de panfletos informativos sobre a Aids em adolescestes. Psicologia: teoria e pesquisa, Brasília, v. 20, n. 3, p. 279-287, 2004.

CARVALHO, J. L. B. Leishmaniose visceral canina: busca ativa de casos e estudo sobre o conhecimento da doença em proprietários de cães na área urbana de Botucatu. 2007. 65 f. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade Estadual Paulista, Botucatu, 2007.

DIAS, J. C. P. Problemas e possibilidades de participação comunitária no controle das grandes endemias do Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 14, p.19-37, 1998. Suplemento 2.

FEITOSA, M. M. et al. Aspectos clínicos de cães com leishmaniose visceral no município de Araçatuba, São Paulo, Brasil. Clínica Veterinária (São Paulo), São Paulo, v. 5, n. 28, p. 36-44, 2000.

GAMA, M. E. A. et al. Avaliação do nível de conhecimento que populações residentes em áreas endêmicas têm sobre leishmaniose visceral, Estado do Maranhão, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 14, n. 2, p. 381-390, 1998.

LUVIZOTTO, M. C. R. et al. Leishmaniose Visceral canina autóctone no Município de Araçatuba-SP. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CLÍNICOS VETERINÁRIOS DE PEQUENOS ANIMAIS, 20., 1999, Águas de Lindóia. Anais... Águas de Lindóia: Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais, 1999. p. 24- 25.

LUZ, Z. M. P.; SCHALL, V.; RABELLO, A. Evaluation of a pamphlet on visceral leishmaniasis as a tool for providing disease information to healthcare professionals and laypersons. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 21, n. 2, p. 606-621, 2005.

MACHADO, R. Z. et al. An enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA) for the detection of antibodies against Babesia bovis in cattle. Veterinary Parasitology, Amsterdam, v. 71, n.1, p.17-26, 1997.

MARZOCHI, K. B. F.; CALDERON, J. M. L.; BONFIM, M. L. Calazar no Brasil: problema em ascensão. Ars Curandi, São Paulo, v. 19, p. 139-144, 1986.

MICHALSKY, E. M. et al. Infectivity of seropositive dogs, showing different clinical forms of leishmaniasis, to Lutzomyia longipalpis phlebotomine sand flies. Veterinary Parasitology, Amsterdam, v. 147, n. 1/2, p. 67-76, 2007.

MORENO, E. C. et al. Risk factors for Leishmania chagasi infection in the urban area of Minas Gerais State. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, Brasília, v. 38, n. 6. p. 456-463, 2005.

NORONHA JUNIOR, C. F. et al. Leishmaniose Visceral Canina (LVC) em cães do município de Ilha Solteira, SP, Brasil. Ciência Agronômica e Saúde FEA, Andradina, v. 7, p. 32-36, 2007.

OLIVEIRA, T. M. F. S. et al. Study of cross-reactivity in serum samples from dogs positive for Leishmania sp., Babesia canis and Ehrlichia canis in enzyme-linked immunosorbent assay and indirect fluorescent antibody test. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, São Paulo, v. 17, n. 1, p. 7-11, 2008.

SILVA, C. B. et al. Serological aspects of Leishmania spp. in dogs in the Itaguai micro-region, Rio de Janeiro, Brazil. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, São Paulo, v. 22, n. 1, p. 39-45, 2013.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Control of the leishmaniasis: report of a meeting of the WHO Expert Committee on the Control of Leishmaniases. Geneva: WHO, 2010. 187 p.

Published

2016-06-21

Issue

Section

Artigos