ORNAMENAL PLANTS X TOXIC PLANTS: PREVENTION OF ACCIDENTS WITH CHILDREN

Authors

  • Rafael Bruno da Silveira Alves Federal University of Campina Grande image/svg+xml
  • Fagner Arruda de Lima Federal University of Campina Grande image/svg+xml
  • Mayrla de Sousa Coutinho State University of Paraíba image/svg+xml
  • Arthur Bento de meneses de Meneses Federal University of Campina Grande image/svg+xml
  • Elizama Leal de Melo Lima Federal University of Campina Grande image/svg+xml
  • Ariadne Messalina Batista Meira Federal University of Campina Grande image/svg+xml
  • Cristina Ruan Ferreira de Araújo Federal University of Campina Grande image/svg+xml
  • Saulo Rios Mariz Federal University of Campina Grande image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2016v12n3p79-87

Keywords:

Toxic plants. Accident prevention. Plant poisoning. Basic education. Health education.

Abstract

Ornamental plants are used in architecture, however it is known that many of these are also toxic. In each ten cases of poisoning by plants in Brazil, six are children under nine years, 80% of these by accidents. Thus, this study aimed to observe the children's knowledge about ornamental and poisonous plants, and through extension activities, sensitize them about the dangers of the contact with them. Such activities were carried out in two public schools and the Children's Park, located in the city of Campina Grande - Paraíba, using lectures and campaigns, and the target audience were children from 2nd to 5th year of elementary school. Thereby aiming to further interaction with this audience, children were invited to submit their knowledge of the subjects and during the competitions of the last day of carrying out activities, it was possible, by comparison, realize that a lot had been gained. It is noteworthy that in the campaigns, the public reacted in an interactional form, showing total commitment, satisfaction with what has been done and support for the initiative. Hence, it can be inferred that preventing accidents by intoxication, reduces the demand for health services, plus all the stress experienced in such cases. It is also possible to infer that one of the best ways to prevent accidents takes place through the promotion of knowledge among the population exposed to greater risk.

Author Biographies

  • Rafael Bruno da Silveira Alves, Federal University of Campina Grande
    Discente do Curso de Medicina pela Universidade Federal de Campina Grande
  • Fagner Arruda de Lima, Federal University of Campina Grande
    Discente do Curso de Enfermagem pela Universidade Federal de Campina Grande
  • Mayrla de Sousa Coutinho, State University of Paraíba
    Enfermeira, Mestranda em Saúde Pública pela Universidade Estadual da Paraíba
  • Arthur Bento de meneses de Meneses, Federal University of Campina Grande
    Graduado em Enfermagem pela Universidade Federal de Campina Grande
  • Elizama Leal de Melo Lima, Federal University of Campina Grande
    Discente do Curso de Psicologia pela Universidade Federal de Campina Grande
  • Ariadne Messalina Batista Meira, Federal University of Campina Grande
    Discente do Curso de Psicologia pela Universidade Federal de Campina Grande
  • Cristina Ruan Ferreira de Araújo, Federal University of Campina Grande
    Professora, doutora dos Cursos de Enfermagem e Medicina da Universidade Federal de Campina Grande
  • Saulo Rios Mariz, Federal University of Campina Grande
    Professor, doutor dos Cursos de Enfermagem e Medicina da Universidade Federal de Campina Grande

References

BRASIL. Ministério da Integração Nacional. Secretaria Nacional de Defesa Civil. Redução das vulnerabilidades aos desastres e acidentes na infância. Brasília, 2002.

BRASIL. Ministério da Saúde. Fio Cruz: Sistema Nacional de Informações Toxico Farmacológicas (SINITOX), Casos Registrados de Intoxicação Humana por Agente Tóxico e Faixa Etária. Brasil, 2010.

BRASIL. Ministério da Saúde. Fio Cruz: Sistema Nacional de Informações Toxico Farmacológicas (SINITOX), Plantas Tóxicas no Brasil. Brasil, 2009.

DANTAS, I.C. O Raizeiro. Campina Grande: EDUEPB. 2007.

FRANÇA, I.S.X; SOUZA, J.A; BAPTISTA, R.S; BRITTO, V.R.S. Medicina popular: benefícios e malefícios das plantas medicinais. Rev. Bras. Enferm, Brasilia, v.61, n.2, Abr. 2008.

GRITTEM L; MEIER M.J; ZAGONEL I.P.S. Pesquisa-ação: uma alternativa metodológica para pesquisa em enfermagem. Texto contexto – enferm, Paraná, v.17, n.4, dez. 2008.

MARTINS, C. B. G.; ANDRADE, S. M.; PAIVA, P. A. B. Envenenamentos acidentais entre menores de 15 anos em município da Região Sul do Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 22, n. 2, Fev. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000200018&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 24 DEZ. 2013.

OLIVEIRA F; AKISSUE G. Fundamentos de Farmacobotânica. São Paulo: Atheneu. 1993.

QUELHAS O.L.G. Prevenção de acidentes com crianças e adolescentes: conceito de cidadania prevencionista. 1996. 92p. Pós- graduação em Engenharia de Segurança do Rio de Janeiro. Trabalho - Universidade Federal Fluminense.

SEIXAS S.I.L; CORRÊA T.J.S; NOGUEIRA C.S.F; ZUCHELLI M.G. Atividades de Extensão no Aprimoramento do Processo Ensino-Aprendizagem na Formação de Alunos do Projeto: “Curso de Atualização: Aspectos Morfofuncionais e Clínicos da Cabeça e Pescoço” na Universidade Federal Fluminense; UFF. UDESC em ação, Rio de Janeiro, v.03 , n.1, 2008.

SILVA , A.B; ARAÚJO, C.R.F. DE; MARIZ, S.R. et al. The use of medicinal plants for elderly users of a basic family health unit. J. Nurs. UFPE, Recife, v.9, n.3, Abr. 2015.

VASCONCELOS E.M. Educação Popular: de uma prática alternativa a uma estratégia de gestão participativa das políticas de saúde. Physis, v.14, n.1,Jun 2006.

VASCONCELOS, J.; VIEIRA J. G. P; VIEIRA E. P. P. Plantas Tóxicas: Conhecer para Prevenir; Revista Científica da UFPA, v. 7, n. 1, 2009.

VEIGA JUNIOR, V. F.; PINTO, A. C.; MACIEL, M. A. M. Plantas medicinais: cura segura? Quím. Nova, São Paulo, v. 28, n. 3, Jun 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010040422005000300026&lng=en&nrm=iso>. Acessado em: 30 Dez 2013

VIEIRA, L. J. E. S.; ARAÚJO, K. L.; CATRIB, A. M. F; VIEIRA, A. C. V. C. O lúdico na prevenção de acidentes de crianças de 4 a 6 anos; Rev Brasileira de Promoção da Saúde, Paraná, v. 18, n.2, Jul 2005.

Published

2016-06-29

Issue

Section

Artigos