Administração para proteção de animais

Larissa Lima Felício da Silva, Lúcio Pereira de Andrade, José Cláudio Garcia Damaso

Resumo


A posse de cães ou gatos como animais de companhia é tradicional no Brasil, no entanto as dificuldades da vida na sociedade moderna têm produzido um grande número de animais errantes. Por outro lado, é notória a mobilização de pessoas que, de maneira individual ou em organizações, buscam meios de agir em benefício dos animais. Essas organizações têm reconhecida utilidade, mas lutam contra a crônica falta de recursos, o que torna valioso qualquer tipo de auxílio, particularmente aqueles mais especializados.

Este relato de experiência visa apresentar o desenvolvimento e os resultados de uma ação extensionista universitária em parceria com uma entidade sem fins econômicos de proteção de animais, formada principalmente por voluntários, que em sua maioria não possuem formação para realizar atividades básicas de gestão, diretamente afeitas ao perfil do graduando em Administração e em Ciências Contábeis, o que constitui uma boa oportunidade de aquisição de experiências práticas para os discentes e melhorias efetivas na gestão da entidade parceira.

Palavras-chave


Proteção de animais. Gestão. Ferramentas de análise.

Texto completo:

PDF

Referências


ALVES, A. J. S. et al. Abandono de cães na América Latina: revisão de literatura. Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do CRMV-SP, [S.l.], v. 11, n. 2, 2013. Disponível em: . Acesso em: 11 fevereiro 2019.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: . Acesso em: 06 fevereiro 2019.

BRASIL. Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências. Disponível em: . Acesso em: 06 fevereiro 2019.

CANATTO, B. D. et al. Caracterização demográfica das populações de cães e gatos supervisionados do município de São Paulo. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, Belo Horizonte, v. 64, n. 6, p. 1515-1523, 2012.

CARVALHO, A. L. L., WAISBIRT, R. Sobre cães, vivissecção e darwinismo: uma história da Biologia e de seus dilemas éticos. Acta Scientiae, v. 16, n. 2, 2014. Disponível em: . Acesso em 06 fevereiro 2019.

CÉSAR, F. I. G. Ferramentas Básicas da Qualidade. São Paulo: Biblioteca24horas, 2011.

DAYCHOUM, M. 40 + 16 Ferramentas e Técnicas de Gerenciamento. Rio de Janeiro: Brasport, 2016.

FAGNANI, E. Política social e pactos conservadores no Brasil: 1964/92. Economia e Sociedade, v. 6, n. 1, 2016. Disponível em: . Acesso em: 06 fevereiro 2019.

FARACO, C. B. Interação humano-animal. Ciência Veterinária nos Trópicos, Recife, v. 11, n. 1, p. 31-35, 2008.

FOLHA DE SÃO PAULO. Brasileiros têm mais cachorros que crianças, segundo pesquisa do IBGE. Folha de São Paulo, 02 jun. 2015. Disponível em:. Acesso em: 08 fevereiro 2019.

GUERRA, R.F. Sobre o uso de Animais na Investigação Científica. Impulso, Piracicaba, v. 15, n. 36, p. 87-102, 2004.

GUILLOUX, A. G. A. Estimativa da população de cães errantes e a sua associação com fatores socioeconômicos e ambientais. 2011. 148f. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.

LEWGOY, B.; SORDI, C.; PINTO, L. O. Domesticando o Humano: para uma antropologia moral da proteção animal. Ilha Revista de Antropologia, Florianópolis, v. 17, n. 2, p. 75-100, 2015.

LIMA, A. F. M.; LUNA, S. P. L. Algumas causas e consequências da superpopulação canina e felina: acaso ou descaso?. Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia, v. 10, n. 1, 2012. Disponível em: . Acesso em 06 fevereiro 2019.

OSTOS, N. S. C. A luta em defesa dos animais no Brasil: uma perspectiva histórica(1). Ciência e Cultura, v. 69, n. 2, 2017. Disponível em: . Acesso em: 06 fevereiro 2019.

SANTOS, P. Algumas questões relativas ao encaminhamento de cães e gatos para adoção. Revista de Antropologia da UFSCAR. V. 7, n. 1, pp. 230-247, 2015.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente. Consequências do Abandono. Disponível em: . Acesso em: 11 fevereiro 2019.

SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo. Cães e gatos no Município de São Paulo: Imunização, esterilização e convivência com humanos. Boletim ISA Capital 2015, São Paulo, n. 8, 2017.

SILVA, L., MASSUQUETTI, A. Políticas públicas de proteção e defesa dos animais urbanos: o caso de Sapucaia do Sul (RS). In: 7° ENCONTRO DE ECONOMIA GAÚCHA, 2014, Porto Alegre. Anais eletrônicos… Porto Alegre: FEE: PUCRS, 2014. Disponível em: . Acesso em: 11 fevereiro 2019.

SOUZA, A. S. Direitos dos animais domésticos: análise comparativa dos estatutos de proteção. Rev. Direito Econ. Socioambiental, v. 5, n. 1, 2014. Disponível em:. Acesso em: 06 fevereiro 2019.

WHO. The control of neglected zoonotic diseases. World Health Organization, Genebra, 2005. Disponível em: . Acesso em: 11 fevereiro 2019.




Creative Commons License
Revista Ciência em Extensão by Pró-Reitoria de Extensão Universitária e Cultura - UNESP - Brasil is licensed under a Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil License.
Based on a work at ojs.unesp.br.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://ojs.unesp.br/index.php/revista_proex/about/editorialPolicies#custom0.