Sintomas osteomusculares e ginástica laboral: uma extensão para o setor educacional

Autores

  • Rita Luana Ribeiro Soares Acadêmica do curso de Fisioterapia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas-UFAM
  • Valéria de Lima Pereira Acadêmica do curso de Fisioterapia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas-UFAM
  • Francisca Inaiê Lima de Oliveira Acadêmica do curso de Fisioterapia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas-UFAM
  • Luciana Ravena Costa Silva Acadêmica do curso de Bacharelado Interdisciplinar em Saúde da Universidade Federal do Sul da Bahia- UFSB. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Saúde-NEPS.
  • Ana Carolina Oliveira Carvalho Acadêmica do curso de Bacharelado Interdisciplinar em Saúde da Universidade Federal do Sul da Bahia- UFSB. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Saúde-NEPS.
  • Grasiely Faccin Borges

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2019v15n2p36-49

Palavras-chave:

Transtornos Traumáticos Cumulativos. Engenharia Humana. Ginástica.

Resumo

Os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho apresentam alta prevalência nos servidores do setor educacional afetando dessa forma a saúde e qualidade de vida dos docentes. O presente trabalho teve por objetivo introduzir um programa de ergonomia e ginástica laboral em professores e assistentes administrativos do Instituto Federal do Amazonas-IFAM, a fim de reduzir e prevenir os distúrbios osteomusculares relacionadas ao trabalho (DORT) por meio do projeto de extensão universitária intitulado Promoção de Saúde e Qualidade de vida no trabalho: Um projeto para o Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Amazonas-IFAM. Desenvolveu-se um estudo do tipo descritivo, quantitativo e qualitativo. A amostra foi constituída de 23 servidores do IFAM de ambos os sexos, que trabalhavam há mais de três meses e maiores de 18 anos. Para a coleta de dados utilizou-se o questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares, o “Instrumento sobre fatores de trabalho que podem contribuir para sintomas osteomusculares” e um questionário final elaborado pela equipe do projeto sobre os benefícios percebidos com as sessões de ginástica laboral. De acordo com os dados obtidos com o questionário nórdico foi possível observar que a região mais referida em relação aos distúrbios osteomusculares nos últimos 12 meses foram a parte inferior e superior das costas (43,5%). Os achados apresentados permitem concluir que os distúrbios osteomusculares são frequentes em profissionais do âmbito escolar e que a ginástica laboral associada a ergonomia proporciona melhoras importantes nos sintomas osteomusculares, trazendo grandes benefícios para vida deseus praticantes.

Biografia do Autor

  • Rita Luana Ribeiro Soares, Acadêmica do curso de Fisioterapia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas-UFAM
    Acadêmica do curso de Fisioterapia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas-UFAM
  • Valéria de Lima Pereira, Acadêmica do curso de Fisioterapia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas-UFAM
    Acadêmica do curso de Fisioterapia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas-UFAM
  • Francisca Inaiê Lima de Oliveira, Acadêmica do curso de Fisioterapia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas-UFAM
    Acadêmica do curso de Fisioterapia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas-UFAM
  • Luciana Ravena Costa Silva, Acadêmica do curso de Bacharelado Interdisciplinar em Saúde da Universidade Federal do Sul da Bahia- UFSB. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Saúde-NEPS.
    Acadêmica do curso de Bacharelado Interdisciplinar em Saúde da Universidade Federal do Sul da Bahia- UFSB. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Saúde-NEPS.
  • Ana Carolina Oliveira Carvalho, Acadêmica do curso de Bacharelado Interdisciplinar em Saúde da Universidade Federal do Sul da Bahia- UFSB. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Saúde-NEPS.
    Acadêmica do curso de Bacharelado Interdisciplinar em Saúde da Universidade Federal do Sul da Bahia- UFSB. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Saúde-NEPS.
  • Grasiely Faccin Borges
    Docente do Centro de Formação em Saúde. Universidade Federal do Sul da Bahia- UFSB. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Saúde-NEPS.

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Publicado

2019-04-01

Edição

Seção

Artigos