Relato de experiência: vivências de extensão na comunidade

Autores

  • Karla Jéssik Silva de Sousa Fernandes Universidade Federal do Piauí image/svg+xml
  • Maísa de Lima Claro Universidade Federal do Piauí image/svg+xml
  • Sílvia Noeli Ramos de Melo Firmeza Universidade Federal do Piauí image/svg+xml
  • Camila Dias Andrade Universidade Federal do Piauí image/svg+xml
  • Artemízia Francisca de Sousa Universidade Federal do Piauí image/svg+xml
  • Ana Roberta Vilarouca da Silva UFPI

DOI:

https://doi.org/10.23901/1679-4605.2016v12n1p97-104

Palavras-chave:

Educação em saúde, Vulnerabilidade, Promoção da saúde.

Resumo

É perceptível a relevância que a educação em saúde proporciona nas vidas das pessoas, uma vez que esta deve ser interpretada sob a ótica da prevenção, pois na prática está atrelada a melhores condições de vida e de saúde da população. Sendo assim, o presente trabalho teve por objetivo relatar as vivências em um projeto de extensão realizado com crianças e adolescentes. Este foi executado na Organização Não Governamental Casa Aliança, que fica inserido em um bairro carente, sendo o público-alvo de suas ações as crianças e adolescentes da comunidade. Para execução deste projeto de extensão utilizaram-se como ferramentas metodológicas dinâmicas e atividades lúdicas que enfocassem temáticas de Enfermagem e Nutrição, conforme as demandas, necessidades e anseios do público-alvo. Ao final da execução do projeto foi perceptível que as intervenções tiveram rendimento satisfatório em relação aos conteúdos trabalhados, pois ocorreram inúmeros questionamentos e relatos de casos, demonstrando, desta forma interesse pelos temas abordados. Sendo que, ao realizar os jogos educativos e fazer associações das respostas por meio de imagens, caça-palavras e gestos notou-se um processo de facilitação no momento de fixar os conteúdos, confirmando desta forma, o interesse sobre as temáticas trabalhadas. Ao final desta vivência foi notável o quão construtivo e produtivo foram estas trocas de experiências entre a comunidade e os bolsistas, pois as orientações transmitidas de maneira lúdica eram repassadas para os familiares e conhecidos de forma inocente, mas que indiretamente funcionava como um alerta para estas pessoas. Quando as crianças e adolescentes visualizavam as imagens dos sintomas de determinadas patologias eles conseguiam fazer associações de pessoas com sintomatologia semelhantes o que acabavam por passar adiante o aprendizado adquirido. As ações também foram de grande contribuição para as acadêmicas que dele participaram, pois contribuiu bastante para a construção profissional. Palavras-chave: Educação em saúde. Vulnerabilidade. Promoção da saúde.

Biografia do Autor

  • Karla Jéssik Silva de Sousa Fernandes, Universidade Federal do Piauí
    Acadêmica de Enfermagem pela Universidade Federal do Piauí-Campus Senador Helvídio Nunes de Barros. Bolsista do PET Cidade, Saúde e Justiça
  • Maísa de Lima Claro, Universidade Federal do Piauí
    Nutricionista formada pela Universidade Federal do Piauí-Campus Senador Helvídio Nunes de Barros. Ex-Bolsista do PET Cidade, Saúde e Justiça.
  • Sílvia Noeli Ramos de Melo Firmeza, Universidade Federal do Piauí
    Acadêmica de Enfermagem pela Universidade Federal do Piauí-Campus Senador Helvídio Nunes de Barros. Bolsista do PET Cidade, Saúde e Justiça
  • Camila Dias Andrade, Universidade Federal do Piauí
    Acadêmica de Nutrição pela Universidade Federal do Piauí-Campus Senador Helvídio Nunes de Barros. Bolsista do PET Cidade, Saúde e Justiça.
  • Artemízia Francisca de Sousa, Universidade Federal do Piauí
    Mestre em Ciências e Saúde. Docente assistente da Universidade Federal do Piauí-Campus Senador Helvídio Nunes de Barros. Colaboradora do PET Cidade, Saúde e Justiça
  • Ana Roberta Vilarouca da Silva, UFPI
    Enfermeira. Doutora. Docente da graduação em Enfermagem da UFPI e do Mestrado em Ciências da Saúde/UFPI

Referências

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Publicado

2015-12-18

Edição

Seção

Relatos de experiências extensionistas