Sistema soja e milho safrinha consorciado com Urochloa ruziziensis: dois anos de cultivo

Anderson Lange, Antonio Carlos Buchelt, Diego Antônio Tolfo, Diouser Dassi, Alexandre Ferreira da Silva, Edilson Cavalli

Resumo


No Estado do Mato Grosso a adubação e correção do solo é realizada predominantemente antes da soja e, o milho safrinha semeado na sequência. Foram avaliados seis manejos da adubação na soja: Ausência de fertilização; Adubação de 400 kg ha-1 (adubação da fazenda (AF), NPK 00-18-18 na superficie em pré-semeadura); AF em superfície e gessagem; AF no sulco e gessagem; AF em superfície e calagem; AF no sulco e calagem. O milho safrinha foi semeado após a soja e as parcelas divididas ao meio e o fertilizante (250 kg ha-1) foi misturado à Urochloa ruziziensis, aplicando a mistura em superfície ou enterrada no sulco, sendo que para o tratamento ausência de fertilização na soja foram aplicados 650 kg ha-1 de fertilizante. Foram avaliadas as variáveis produtivas da soja e do milho e o solo após a colheita da primeira safrinha de milho. As correções e fertilizações não provocam alterações significativas nos componentes de produção e a produtividade final da culturas. A aplicação de gesso movimentou o potássio no perfil do solo, aumentou o teor de cálcio em relação à CTC e alterou a relação Ca/Mg na camada de 0-0,2 m. A Urochloa ruziziensis aplicada em superficie ou incorporada produziu quantidade de massa similar.


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DOI: https://doi.org/10.32929/2446-8355.2021v30n2p149-165

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