Diversidade genética em cultivares e linhagens de feijão comum (Phaseolus vulgaris L.) utilizando análises multivariadas

Autores

  • Paulo Henrique Moron Pereira Leite Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT, Departamento de Agronomia, Campus Universitário de Cáceres, Cáceres-MT, Brasil.
  • Valvenarg Pereira da Silva Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT, Departamento de Ciências Biológicas, Campus Universitário de Cáceres, Cáceres-MT, Brasil.
  • Thiago Alexandre Santana Gilio Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT -Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas, Campus Universitário de Cáceres, Cáceres-MT, Brasil.
  • Rafhael Felipin Azevedo Bolsita DCR/CNPQ pela Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT.
  • Taniele Carvalho de Oliveira Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT, Departamento de Agronomia, Campus Universitário de Cáceres, Cáceres-MT, Brasil.
  • Marco Antonio Aparecido Barelli Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT, Departamento de Agronomia, Campus Universitário de Cáceres, Cáceres-MT, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.32929/2446-8355.2019v28n3p268-279

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar a divergência genética entre cultivares/ linhagens de feijão comum e indicar genitores contratantes e superiores para produzir populações segregantes com alta variabilidade. Avaliou-se 25 cultivares/linhagens de feijão, em delineamento de blocos ao acaso com três repetições. Os caracteres agronômicos avaliados foram: Número de dias para o florescimento, Ciclo, Altura média final das plantas, Altura média da inserção primeira vagem, Comprimento médio longitudinal das vagens, Número médio de vagens por planta, Número médio de sementes por vagem, Número médio de sementes por planta, Peso médio de 100 sementes e Produtividade de grãos. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância, seguido do teste de agrupamento de Scott e Knott. Para a análise da divergência genética entre as cultivares/linhagens foi empregada análise multivariada com base na distância generalizada de Mahalanobis, realizando posteriormente os métodos aglomerativos de otimização de Tocher, método hierárquico “UPGMA” e projeção de distância no plano 2D. O grau de preservação das distâncias genéticas no dendrograma foi verificado a partir do Coeficiente de Correlação Cofenética. Utilizou-se, também, o critério de Singh (1981) para quantificar a contribuição relativa das características para a divergência genética. As cultivares/linhagens avaliadas apresentam dissimilaridade genética quanto às características agronômicas avaliadas. A característica comprimento médio longitudinal das vagens é a que mais contribuiu para estimar a diversidade genética entre as cultivares/linhagens. E híbridos com maior efeito heterótico podem ser obtidos dos cruzamentos entre Iraí × Goiano Precoce, Iraí × Pérola, Goiano Precoce × CNFC 10467 e IAPAR 81 × Pérola.

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Publicado

2019-10-14

Edição

Seção

Artigos