DINÂMICA DE PLANTAS AQUÁTICAS EM ECOSSISTEMAS MODIFICADOS: OCORRÉNCIA, LEVANTAMENTO, PREJUÍZOS E CONTROLE

Fernando Tadeu Carvalho, Dagoberto Martins, Amanda Leoncini Carvalho

Resumo


As plantas aquáticas são estudadas como um efeito do
desequilíbrio causado pela poluição elou alagamento dos rios. A quantidade
excessiva de plantas, conseqüente desse desequilíbrio, dificulta o
abastecimento de água, a navegação, a produção de energia elétrica, recreações
e outras atividades desenvolvidas em ambientes aquáticos. A maioria das
revisões de literatura sobre as plantas aquáticas trata de assuntos específicos
como determinados métodos de controle, composição química, caracterização
botânica ou bioquímica das plantas, entre outros. Entretanto, praticamente não
existem trabalhos que caracterizem toda a dinâmica de plantas aquáticas em
ecossistemas modificados. Desta forma, o presente trabalho foi realizado com o
objetivo de estudar a ocorrência, os tipos de levantamentos indicados para essa
vegetação, os prejuízos e os métodos de controle. Ressalta-se que o conceito de
indesejabilidade, no tempo e espaço, utilizado para caracterizar as plantas que
são consideradas daninhas, enquadra-se perfeitamente nos casos das macrófitas
quando seu crescimento acentuado causa dificuldades para a utilização dos
ecossistemas aquáticos. Quando este nível de dano é atingido, passa a ser
necessário a aplicação de métodos de manejo que minimizem suas populações. Os
principais métodos são: o mecânico, o físico, o biológico e o químico. Quanto
ao levantamento da flora aquática, as opções existentes para a sua realização
são: o sobrevôo, as imagens de satélite e/ou os levantamentos qualiquantitativos
de campo.


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